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Document Management – 25/06/2009
CIAB 2009: Para Kevin Gardner, da EDS, modelo de truncagem precisa ser flexível
Questão do armazenamento e tráfego das imagens também deve ser levada em conta no desenho do processo de truncagem
A truncagem de cheques no Brasil ainda busca um modelo de eficiência que garanta, além da eliminação de papel e ganho de custo, a segurança. Para Kevin Gardner, da EDS, que esteve no País durante o Ciab 2009, o Brasil precisa de um modelo flexível de troca de imagens para cheques. “Existem no mundo vários exemplos de truncagem, mas a medida que o volume de cheques diminui, um novo processo precisa começar”, comenta Kevin.
O executivo conta que nos Estados Unidos, no início do projeto de truncagem, os bancos não fizeram previsão dos possíveis cheques devolvidos. Algumas das imagens capturadas tiveram que ser impressas novamente, o que é considerado um retrocesso.
A questão da legalidade da imagem ainda é uma das maiores preocupações do setor, assim como o armazenamento de todo o volume de cheques digitalizados. Reduzir custo com papel e aumentar com armazenamento não parece ser uma equação tão positiva assim. “Alguns bancos trabalham apenas com o envio dos dados e não com a imagem, que fica armazenada no servidor do banco pagador. Se este volume de imagens for muito grande, a instituição também precisará de uma banda alta para suportar o tráfego, o que implica em mais investimentos”, explica o executivo da EDS.
Kevin destacou ainda os benefícios com a redução do transporte, tempo de compensação, além dos custos operacionais e das etapas reduzidas neste processo de compensação de cheques. “A economia que o banco fará dependerá muito da quantidade de malotes que circulam por dia, mas sem dúvida o modelo já tem funcionado em outros países e tende a ser um caminho sem volta”, conclui.
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