Quando a IA entra no dia a dia da empresa, o maior risco é o uso da ferramenta fora dos controles adequados.
A Inteligência Artificial generativa já se tornou uma ferramenta comum para muitas equipes, mas sua adoção acelerada trouxe um desafio crítico para a segurança corporativa.
Uma pesquisa global da EY com líderes de segurança (CISOs) revela um cenário preocupante:
- 77% dos CISOs estão extremamente preocupados com o uso inseguro da IA generativa pelos colaboradores
- Apenas 29% dos funcionários afirmam ter um bom entendimento das políticas de segurança de suas empresas
- 88% dos líderes alertam que o custo de um único ciberataque pode ser devastador para o negócio
O grande risco não está na tecnologia em si, mas na forma como ela é utilizada. Funcionários podem, sem intenção, inserir dados confidenciais em plataformas públicas ou cair em golpes de phishing cada vez mais sofisticados, que usam a própria IA para parecerem legítimos.
Como fortalecer a segurança na prática?
A solução não é proibir a inovação, mas fortalecer os processos internos. Quando as operações são padronizadas e automatizadas, a exposição a riscos diminui drasticamente.
Ao estruturar fluxos de trabalho para tarefas críticas como a gestão de dados de clientes, aprovações financeiras ou o manuseio de contratos, as empresas garantem que as informações sensíveis sejam tratadas de forma controlada e segura. A automação reduz a intervenção humana em pontos vulneráveis, garantindo que as regras de segurança sejam cumpridas de forma consistente.
O que isso significa para sua empresa?
Na era da IA, a segurança da informação depende menos
de bloquear ferramentas e mais de construir processos robustos. Organizações
que investem na otimização e automação de suas operações não apenas se protegem
contra ameaças, mas também criam uma base sólida para inovar com segurança e
eficiência.