,

Cinco tendências do mercado de tecnologia para 2022

A tecnologia é um dos segmentos que mais vem ganhando espaço no mercado, e foi impulsionada nos últimos meses devido à pandemia. Segundo estudo da consultoria McKinsey, o Brasil terá um gargalo de 1 milhão de profissionais de tecnologia até 2030. Com tantas vagas disponíveis no mercado, a área vem se destacando como uma alternativa de carreira promissora com altos salários.

 

Devido à constante evolução deste segmento, vale sempre se manter antenado nas principais novidades do mercado. Por isso, a Kenzie Academy lançou um e-book gratuito com um material sobre Tendências do Mercado de Tecnologia em 2022 , destacando as principais áreas do setor, as linguagens de programação e as médias salariais para os profissionais deste segmento.

Confira abaixo a lista das 5 grandes tendências de tecnologia, que estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento web e a trabalhos mais amplos do profissional de TI.

1. Soluções Remotas: O trabalho remoto já era uma tendência, mas foi acelerado devido à pandemia. Algumas empresas já tinham investido em infraestrutura necessária para que seus funcionários pudessem exercer as suas atividades a distância. Mas, muitas companhias tiveram que “correr” para conseguir operar com o time trabalhando de locais diferentes. Para grande parte do mercado, o período de adaptação ainda não terminou, pois continuamos a aprender a nos organizarmos e gerir o tempo por meio de ferramentas para que o trabalho em casa seja o mais produtivo possível. Neste ponto, a tecnologia tem um papel fundamental para oferecer recursos auxiliares para suprir as principais dores da ausência física. Entre as principais soluções de tecnologia devem estar os softwares de segurança de dados, de videoconferência, chats, gerenciamento de produtividade, ponto digital e outras, que estão em plena ascensão.

2. Inteligência Artificial – O uso da IA já era considerado uma grande tendência antes mesmo da pandemia e vem ganhando cada vez mais força em setores como marketing, engenharia, educação e desenvolvimento de software. Do contrário do que muitos pensam, essa tecnologia não irá substituir o ser humano, mas somar esforços para automatizar os processos, tornando-os mais produtivos e proveitosos. Para os profissionais de tecnologia, ter uma especialização em quais uma das ramificações da Inteligência Artificial, como machine learning, deep learning e processamento de linguagem, agregará um peso imensurável em qualquer currículo.

3. Experiência do Usuário – A pandemia também transformou o comportamento dos consumidores. De acordo com dados da consultoria americana McKinsey & Company, a instabilidade econômica tornou o consumidor brasileiro mais cauteloso neste último ano. Ainda assim, o crescimento do e-commerce nacional alcançou a marca de 40%. Vale destacar que os recursos digitais relacionados a trabalho, estilo de vida e educação à distância também contribuíram para moldar o novo consumidor, que além de produtos, também procura por uma verdadeira experiência de compra.

Por isso, as empresas investem cada vez mais em experiência do usuário, ou UX, com o objetivo de oferecer todos os tipos de serviços que se conectam com pessoas através da internet.

4. Chatbot – A utilização de chatbots é comum e já é amplamente difundida na indústria, no entanto há muitas funcionalidades que podem ser aperfeiçoadas pela tecnologia. Em muitos casos, os chatbots ainda se mostram pouco eficientes, robóticos demais, não-escaláveis e com pouca integração com outros canais de comunicação, como WhatsApp e Telegram. Para 2022, o grande desafio não é implementar a ferramenta, mas melhorar e amadurecer as funcionalidades permitindo mais assertividade, flexibilidade, segurança e agilidade aos atendimentos.

5. Cloud – Os Servidores em Cloud – ou em nuvem – são um dos mais importantes pilares do trabalho remoto, pois são eles que garantem que os dados e infraestrutura sejam armazenados de forma online, permitindo que os colaboradores das empresas consigam acessar os arquivos de qualquer lugar do mundo. Embora seja muito utilizado no universo corporativo, também requer melhorias e ajustes. Entre as principais tendências para o próximo ano está o aprimoramento constante desse tipo de tecnologia, proporcionando novas oportunidades para profissionais especializados em cloud computing.

Matéria: abeinfobrasil.com.br

,

5 tendências de TI para os próximos anos

Mão de obra, inteligência analítica, investimentos e mais: estudo da FGVCia apresenta o cenário do setor para empresas e cidadãos brasileiros.

Do total de empresas instaladas no Brasil, 87,5% realizaram alguma iniciativa voltada à transformação digital no ano passado, segundo dados do DT Index 2020 (Índice de Transformação Digital da Dell Technologies 2020). O número ficou acima da média mundial, de 80%.

Diante dos desafios impostos pelo distanciamento social e a massificação do trabalho remoto, muitas empresas se viram obrigadas a adequar as operações para se manterem competitivas no mercado. Nesse sentido, o investimento rápido e estratégico em infraestrutura de TI entrou como aliado para enfrentar com sucesso a realidade imposta pela Covid-19.

Em 2021, o cenário não será muito diferente. O Brasil deve ultrapassar a marca de 200 milhões de computadores em uso ainda este ano, segundo a 32º Pesquisa Anual do Uso de TI no Brasil realizada pelo FGVcia (Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). Isso significa que teremos cerca de 9,4 máquinas para cada 10 habitantes.

“O que mais chamou a atenção nesta edição foi o impacto da pandemia, que provocou, em meses, um avanço no uso de TI que normalmente levaria anos para ocorrer”, afirma Fernando S. Meirelles, coordenador do estudo e fundador do FGVCia.

O estudo considerou 2.636 companhias, com o intuito de formar uma amostra representativa das médias e grandes empresas nacionais de capital privado. O relatório contempla a evolução e as tendências de indicadores, como a quantidade de dispositivos digitais; o volume de vendas de computadores, tablets, telefones e TVs no Brasil e mundo; os gastos e investimentos em TI; e um retrato do mercado de 26 categorias de software, incluindo videoconferência, inteligência analítica e sistemas integrados de gestão. A pesquisa indica que 66% das 500 maiores empresas do país estão na amostra.

Um computador por habitante até 2023

O relatório indica que temos hoje 440 milhões de dispositivos digitais (computadores, notebooks, tablets e smartphones) em uso no Brasil, o que representa mais de dois dispositivos digitais por habitante.

Do total, o país tem cerca de 198 milhões de computadores (desktops, notebooks e tablets) em uso, número que deve saltar para 200 milhões até o final do ano. Ou seja, são 9,4 máquinas para cada 10 habitantes (94% per capita).

Isso coloca o país atrás dos Estados Unidos (69%), mas bem acima da média mundial de 82% na proporção de computadores em uso por habitante. “O Brasil está muito bem no cenário mundial. No entanto, se compararmos com os países mais desenvolvidos, ainda temos espaço para crescer”, afirma Meirelles.

Entre 2022 e 2023, a expectativa é que o Brasil tenha 216 milhões de máquinas em uso, número que deve ser equivalente aos 216 milhões de habitantes da população brasileira no mesmo período. “Ou seja, em cerca de um ano e meio, vamos atingir a proporção de um computador por habitante na média no Brasil.”

Sistema operacional, videoconferência e antivírus

A pesquisa aponta uma participação de 97% do Windows como o principal sistema operacional ativo no computador do usuário, ante 2% de Unix e família e 1% de outros sistemas. No caso dos servidores corporativos, o cenário muda. São 77% da base instalada utilizando Windows, seguido de Linux (18%) e outros sistemas (5%), que englobam Unix e Apple.

Segundo Meirelles, “a categoria de colaboração e videoconferência é a que mais cresceu no último ano”. Nesse caso, o levantamento apresenta o Zoom como o grande líder do setor, com cerca de 40% de participação nas empresas. A lista também inclui o Microsoft Teams (32%), Google Meets (18%) e outros recursos (10%).

Em relação aos programas de antivírus, desenvolvidos para prevenir, detectar e eliminar softwares maliciosos, seis nomes se destacaram. A liderança ficou por conta do Intel McAfee, com 29%, seguido do Symantec, com 28%. O ranking conta ainda com os produtos da Microsoft (12%), Kaspersky (10%), Avast e AVG (9%), Trend (8%), e outros (4%).

Internet e inteligência analítica

A FGVCia analisou também quais são os navegadores mais utilizados pelas empresas. Os resultados apontam uma participação de 62% do Microsoft Edge e Explorer, 30% do Google Chrome, 7% do Mozilla FireFox e 1% de outros produtos, como o Safari, desenvolvido pela Apple. “No uso doméstico, o Safari cresce muito, assim como o Chrome.”

Já a categoria de inteligência analítica engloba todos os produtos de business intelligence (inteligência empresarial), business analytics (análise de negócios), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente, da sigla em inglês) e os sistemas de apoio ao executivo. Nesse caso, a SAP, especializada em softwares corporativos, assume o primeiro lugar com 25% de participação nas empresas. As companhias utilizam, ainda, os produtos da Oracle (16%), Totvs (15%), Microsoft (15%), Qlik (15%) e IBM (9%). “É importante ressaltar que, se considerarmos o departamento financeiro das empresas, quem aparece na frente disparado é o Excel como a ferramenta principal”, aponta Meirelles.

Gastos e investimentos

A pesquisa revela que, em 1992, as empresas gastavam, em média, cerca de 2% da receita com tecnologia. Hoje, esse número é de 8,2%, o que indica um investimento crescente das companhias em ferramentas e serviços de TI.

A tendência é que esse número se aproxime de 9% nos próximos anos, e continue a crescer. “A velocidade dessa ampliação depende do comportamento da economia”, argumenta Meirelles.

Ao olhar especificamente para cada setor da economia, os bancos e serviços aparecem acima da média em termos de gastos com tecnologia, com 16% e 11,7% da receita direcionada aos investimentos em TI, respectivamente. Já a indústria aparece com 4,8%, enquanto o comércio investe apenas 3,9%.

O que esperar

Os dados da FGVCia apontam que, para as empresas, os principais projetos de TI para os próximos anos são a implementação de inteligência analytics e a migração, implementação e integração de funcionalidades do ERP (Sistema Integrado de Gestão).

No caso das grandes empresas, a pesquisa revela uma tendência à escassez de mão de obra e, consequentemente, aumento da busca por novos talentos. O relatório projeta também uma crescente nos projetos de governança de TI, inteligência artificial, IoT (Internet das Coisas) e migração para a nuvem.

O estudo indica que, nestas empresas, o foco está em alinhar estrategicamente as ações, investimentos e a transformação digital.

Matéria: forbes.com.br

,

10 previsões para o mercado de TI até 2023

70% dos CIOs fornecerão “conectividade ágil” por meio de APIs e arquiteturas que interconectam soluções digitais, aponta relatório da IDC

Para apoiar CIOs em sua corrida para a transformação digital, a IDC divulgou na última semana o IDC FutureScape: Worldwide CIO Agenda 2019 Predictions, relatório que traz as principais tendências para o mercado de TI até 2023. Na economia de inovação, CIOs mais eficazes estão reinventando a TI de cima a baixo, criando novas plataformas digitais com conectividade ágil enquanto modernizam e racionalizam processos com o objetivo de descarta sistemas obsoletos.

As novas previsões fornecem um contexto estratégico que permitirá aos CIOs liderar suas organizações por meio de um período de inovações e disrupções nos próximos cinco anos. Elas também apresentam a visão da IDC para as dez mudanças mais importantes que acontecerão na área de TI nos próximos 60 meses e ajudarão os executivos seniores de TI na formação de seus planos estratégicos.

A mensagem segue clara: os CIOs precisam encontrar uma maneira de reinventar suas organizações de TI, pois, caso contrário, arriscam seus negócios ou podem ser substituídos por prestadores de serviços que podem realizar o serviço.

Confira as dez previsões listadas pela IDC:

1. até 2021, impulsionados pelas necessidades das áreas de negócio, 70% dos CIOs fornecerão “conectividade ágil” por meio de APIs e arquiteturas que interconectam soluções digitais de fornecedores de nuvem, desenvolvedores de sistemas, startups e outros.

2. até 2021, compelidos a reduzir os gastos com TI, melhorar a agilidade corporativa e acelerar a inovação, 70% dos CIOs aplicarão de maneira agressiva dados e IA às operações, ferramentas e processos de TI.

3. até 2022, 65% das empresas solicitarão aos CIOs que transformem e modernizem as políticas de governança para aproveitar as oportunidades e enfrentar os novos riscos impostos pela inteligência artificial, o machine learning e a privacidade e ética dos dados.

4. até 2022, 75% das estratégias digitais bem-sucedidas serão construídas por um departamento de TI transformado, com infraestrutura, aplicativos e arquiteturas de dados modernizados e racionalizados.

5. em 2020, 80% das lideranças executivas de TI serão compensadas com base nos KPIs e métricas de negócios que medem a eficácia da TI na geração de desempenho e crescimento de negócios, e não com base em medidas operacionais de TI.

6. Em 2020, 60% dos CIOs iniciarão uma estrutura de confiança digital que irá além da prevenção de ataques cibernéticos e permitirá que as organizações se recuperem de forma resiliente de situações, eventos e efeitos adversos.

7. até 2022, 75% dos CIOs que não mudarem suas organizações para capacitar as equipes de produtos de TI para permitir a inovação, a disrupção e a escala digitais falharão em suas funções.

8. até 2022, o conjunto de talentos para tecnologias emergentes será inadequado para preencher pelo menos 30% da demanda global e o desenvolvimento e retenção eficazes de habilidades se tornarão estratégias diferenciadoras.

9. em 2021, 65% dos CIOs expandirão as práticas de Agile/DevOps para áreas de negócio, a fim de alcançar a velocidade necessária para inovação, execução e mudança.

10. em 2023, 70% dos CIOs que não conseguirem gerenciar a governança, a estratégia e as operações de TI, dividindo-as entre a computação de ponta, dominada pelas áreas de negócio, e a tecnologia operacional, falharão profissionalmente.

Matéria: computerworld.com.br

O que é gestão de TI? Qual sua função e como implementá-la?

O que é gestão de TI? Gestão de TI é a atividade que coordena todos os processos relacionados à tecnologia da informação dentro de uma empresa. Logo, o gestor de TI é o profissional responsável por garantir a máxima eficiência no uso dos recursos humanos e tecnológicos, otimizando a performance da organização.

Sabemos que o mundo dos negócios está em constante evolução, impulsionado principalmente pelo avanço da tecnologia. Por isso, é cada vez mais importante entender o que é gestão de TI, saber como ela funciona na prática e conferir as atividades e os benefícios que este departamento pode gerar para o seu negócio.

Para te deixar por dentro do assunto, preparamos este artigo, no qual explicamos o que é gestão de TI e mostramos qual é o seu papel no dia a dia de uma empresa.

O que é gestão de TI?

gestão de TI é o processo de supervisionar todos os assuntos relacionados às operações e recursos de tecnologia da informação dentro de uma empresa. Sendo assim, o departamento de TI deve assegurar que todos os recursos e funcionários sejam utilizados de maneira efetiva, a fim de gerar valor para a organização.

Uma gestão de TI eficiente é imprescindível para qualquer companhia que deseje se destacar no mercado, devido ao seu importante papel nas organizações, desempenhando atividades como: gerenciamento de sistemas de informação, hardwares, transações financeiras, armazenamento de dados, comunicação, etc.

O que faz a gestão de projetos em TI?

Seja qual for a área de atuação da sua empresa, a tecnologia certamente faz parte do seu dia a dia. Isso porque ela se tornou um componente essencial para o desenvolvimento de qualquer tipo de negócio.

Da instalação de uma impressora à implementação de complexos sistemas de comunicação, é necessário que haja planejamento.

Esse é o papel da gestão de projetos em TI: organizar e proporcionar a máxima eficiência dos processos relacionados à tecnologia.

Neste ponto, os gestores de TI são responsáveis por otimizar estas ações, desde seu planejamento, passando pela implementação, até sua finalização, garantindo que tudo funcione de acordo com o esperado.

Quais as características de gestão de TI ?

gestão de TI, como uma disciplina de gerenciamento, é definida pelas práticas, políticas e procedimentos usados para gerenciar a seleção, implementação, uso e manutenção de todos os tipos de tecnologia da informação, em todos os tipos de negócios e ambientes de trabalho.

Na prática, a gestão de TI é tanto uma função de negócios quanto um imperativo para as organizações. Afinal, nós sabemos que a tecnologia é essencial para muitas (senão todas) as operações de negócios.

Isso coloca dois pesos enormes em cima do TI. Primeiro, a tecnologia precisa funcionar e ser utilizada. E, então, ela precisa fazer a diferença – precisa servir a algum propósito e gerar valor.

É aí que o desafio começa. Como uma prática empresarial, a gestão de TI é muito mais do que só instalar e manter a tecnologia rodando (apesar de isso  ser bastante importante), mas sim usá-la de maneira a ajudar e transformar.

No mundo real, nenhum departamento de TI pode atingir seus objetivos sem credibilidade suficiente. A gestão de serviços em TI precisa constantemente demonstrar que seus gestores não só têm expertise técnica, mas também:

  • conhecem o negócio;
  • entendem como ele funciona;
  • sabem o que ele precisa agora e no futuro.

Leia também: Como formar uma equipe de alta performance: 6 etapas + bônus

7 vantagens de uma boa gestão de TI

O principal objetivo da gestão de TI é melhorar a performance da empresa por meio da tecnologia. Com isso, este departamento é capaz de gerar uma série de benefícios, tais como:

  1. melhorar processos;
  2. reforçar boas práticas;
  3. aumentar a produtividade;
  4. otimizar a utilização de recursos;
  5. garantir a disponibilidade de sistemas e informações;
  6. garantir a segurança da informação;
  7. aumentar a competitividade da empresa em relação aos concorrentes.

Qual a importância da gestão de TI nas empresas?

Talvez você esteja se perguntando: “Afinal, o que faz a tecnologia da informação? Qual o seu papel nas empresas?”

O TI sustenta quase todas as atividades de uma empresa. Automação, processamento de dados e conectividade abriram as portas para eficiências e capacidades impensáveis anteriormente. Hoje, é impossível separar a tecnologia de operações empresariais cotidianas.

Ao mesmo tempo, uma empresa se torna vulnerável se seus sistemas não performam bem ou falham. Uma rede fora do ar, dados perdidos ou um malware são exemplos de problemas que podem impactar severamente suas operações.

É aí que entra a importância da gestão de TI, que tem como objetivo assegurar que os sistemas estejam segurosaltamente disponíveis e funcionais.

Gestão de TI como diferencial competitivo para o seu negócio

Se você está se perguntando: “Como a gestão de TI pode contribuir para que minha empresa se destaque no mercado?”, sua dúvida chegou ao fim! 

A gestão de TI é responsável pela adoção de novos sistemas, capazes de melhorar a performance da sua empresa. Algumas tecnologias emergentes podem revolucionar completamente a maneira de oferecer serviços, dentre elas:

  • machine learning;
  • analytics;
  • chatbots;
  • blockchain.

As mudanças atuais são sem precedentes na história. Toda companhia está passando por grandes mudanças ao ter contato com tendências de TI,como:

  • automação no fluxo de trabalho;
  • orçamentos de tecnologia descentralizada;
  • adoção rápida de serviços baseados em nuvem;
  • inteligência artificial como uma necessidade de negócios.

A importância da gestão de TI é justamente alertar os negócios para investirem mais do que nos últimos serviços ou sistemas.

A transformação digital requer inovação e pensamento estratégico e o estabelecimento de procedimentos padrões pode ajudar nesse quesito.

Para uma melhor gestão de TI, estabeleça padrões

Nós sabemos que o trabalho é mais fácil — e o sucesso é mais provável — quando você realiza a gestão de serviços em TI com um planejamento.

Padrões pré-definidos de TI fornecem esse “roteiro”, dando a você práticas testadas e procedimentos para guiar planos de ação e decisões.

As normas da gestão de projetos em TI definem um patamar de como os projetos serão gerenciados e os serviços serão entregues:

  • poupando tempo;
  • melhorando a qualidade;
  • reduzindo custos.

Mas somente ter padrões não é o suficiente. Eles precisam estar adequados às necessidades da sua empresa. As normas certas serão sempre suficientemente práticas, realistas, relevantes e, sobretudo, flexíveis.

Elas devem atender também às quatro maiores demandas de gerenciamento:

  • planejamento estratégico;
  • gestão de problemas;
  • desenvolvimento de políticas;
  • projetos.

Estas são as áreas nas quais propósito, proficiência e produtividade são mais necessárias e podem ter o impacto mais significante.

Quais são as responsabilidades da gestão de TI?

Agora que você já sabe o que é gestão de TI e sua importância para o dia a dia das empresas, chegou o momento de conhecer quais são as atribuições do departamento.

Um ambiente de gerenciamento de serviços em TI consiste em uma variedade de hardwares, redes e componentes de software, incluindo computadores, servidores, roteadores, aplicativos e tecnologias mobile.

Uma infraestrutura de TI completa pode estar nas dependências da empresa, na nuvem ou em uma plataforma híbrida que integre os dois.

É papel da gestão de TI monitorar e dirigir os sistemas de TI, a fim de assegurar que estejam sempre disponíveis e funcionais. Sendo assim, as responsabilidades e tarefas da gestão de TI incluem:

  • determinar as necessidades do negócio para sistemas de TI;
  • gerenciar o orçamento e custos de TI;
  • monitorar a segurança e conformidade dos sistemas;
  • controlar a segurança da rede;
  • implementar novos softwares, hardwares e sistemas de dados;
  • providenciar suporte técnico.

Quais são os princípios da gestão de TI?

Dependendo do tamanho da sua empresa, você pode sugerir que sua companhia coloque em prática alguma estrutura de governança de TI, como controle de objetivos relacionados à tecnologia.

Tenha à mão uma lista de diretrizes para te lembrar em quê você deve focar e como fazê-lo. Existem cinco princípios da gestão de TI que você precisa saber:

  1. alinhe o TI com os objetivos gerais da organização: em outras palavras, assegure-se que o TI está na mesma página que o resto da empresa com comunicações regulares com os executivos. Tenha certeza de que o que você está fazendo está ajudando o negócio a alcançar suas metas;
  2. certifique-se que seus projetos e investimentos forneçam o valor prometido: isso requer follow-up e monitoramento. Quando algo está claramente beneficiando a organização, continue; mas se algo não está entregando os resultados esperados, livre-se dele;
  3. gerencie seus recursos sabiamente, incluindo seus funcionários: procure por maneiras de absorver suas habilidades e forças individuais;
  4. gerencie riscos ativamente: tome o tempo necessário para entender os riscos envolvidos em cada área de suas operações e faça tudo para minimizá-los. Esteja atualizado sobre os últimos ataques cibernéticos e regulamentações da indústria que você deve seguir;
  5. rastreie sua performance: use indicadores de desempenho de TI para demonstrar o valor da gestão de TI para sua empresa. As métricas têm o benefício de te dizer se você está atendendo às suas metas de performance e em quais áreas é preciso mais atenção.

 

Matéria: Encontre um Nerd

,

Podemos confiar uns nos outros à distância?

Após as primeiras semanas de “home office”, período em que o senso de urgência se instalou, talvez seja hora de pensarmos de forma mais definitiva sobre com quem iremos trabalhar e confiar em longo prazo – tanto em relações cliente-fornecedor como entre líderes-liderados – e considerando que, a princípio, provavelmente não haverá nenhum contato social.

Parece que o conhecido teatro corporativo perdeu força e o que sobrou é, de fato, o comprometimento e capacidade de entrega de cada um. Afinal, não é plausível que uma empresa que prometa muitas coisas em seu site seja difícil de ser contatada. Ou que uma pessoa que quer um trabalho numa empresa não dê nenhum retorno a partir dos contatos oferecidos.

Então o que entrou em jogo, agora mais do que nunca, neste novo momento de pandemia? Será que agora não ficamos mais próximos da verdade do que antes, quando tínhamos toda uma estrutura corporativa para nos proteger? Se prometo algo no site de minha empresa e não dou retorno no tempo devido com a desculpa da distância ou se faço mil exigências ao prospect antes de ouvi-lo de verdade – defendendo o meu antes de me colocar à disposição –, estas são condutas que mostram bastante os valores de cada empresa. Podemos dizer então que, neste novo momento, valores da cultura corporativa estão bem mais expostos do que antes e a verdade sobre cada empresa tende a aparecer muito mais do que antes.

Se o que de fato vendemos não são produtos e serviços, mas sim a nossa cultura, este momento de relações à distância deverá colocar os valores de cada empresa à prova, pois estarão sendo exercidos em cada pequeno momento de contato remoto pelas diversas pessoas de cada empresa. E a única forma de ter uma empresa verdadeira é ter, mais do que nada, colaboradores íntegros.

Um mundo novo está se abrindo, novos aprendizados virão, e uma mudança estrutural também está ocorrendo por uma vida mais simples, com menos exageros e com relações mais sinceras e comprometidas entre empresas e pessoas.

, ,

Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Quando falamos de relação de parceria, queremos falar dos papéis de quem fornece e de quem compra. Por que a palavra parceria, então? Porque hoje em dia não há nenhum desafio fácil, todas as empresas estão sendo pressionadas para entregar algo cada vez melhor, cada vez mais barato, sem erros e, de preferência, com alguma experiência incrível pelo cliente. Muita coisa, não é?

Para desafios grandes, em que muitas coisas são desconhecidas, é difícil que qualquer empresa tenha todas as respostas. Mais do que nunca elas precisam de alguém que seja muito mais do que o fornecedor de algo: ela precisa de um parceiro verdadeiro que esteja presente nas alegrias e tristezas desse caminhar. Nesse caminhar desconhecido, ambas as partes, fornecedor e cliente, irão errar. Então espera-se que primeiro se resolva a questão – que também pode incluir o cliente do cliente – e, depois, de forma honesta e construtiva, procurem-se as causas dos erros.

São nesses momentos que o fato de estar junto, numa co-construção da solução, é que a palavra “parceiro” cai muito bem. Trata-se quase que um casamento, onde dois pilares fundamentais devem estar em jogo: valores comuns e visão de futuro compartilhada. Portanto, uma parceria entre fornecedor e cliente pressupõe o compartilhamento de estratégias, visões e valores explícitos e verdadeiros entre essas duas partes.

Agora, num momento de trabalho remoto – quando é mais difícil não errar, quando a confiança deve estar previamente estabelecida, quando as incógnitas são maiores e quando a velocidade é um fator decisivo –, como não considerar o seu fornecedor um verdadeiro parceiro? É disso que essa relação se trata, acreditando ou não.

Nós da Disoft acreditamos nisso e temos atuado dessa forma nos últimos anos, sempre buscando a alocação de responsabilidades primeiro e, depois, acompanhando e trabalhando as ocorrências, mantendo um olhar de parceiro ao lado de nossos clientes. Tanto que, nesta atual crise, tivemos um processo muito fácil e transparente de adequação com nossos clientes.

Na área de Serviços estivemos totalmente disponíveis desde o começo, 24 horas por dia, apoiando nossos clientes a implantar o trabalho remoto da forma mais rápida possível. Já na área de Soluções, como o ERP Openbravo foi um dos primeiros ERP’s já nascidos na nuvem, desde sempre esteve disponível remotamente para garantir suas funcionalidades – neste momento só ficamos atentos para que os processos dos clientes funcionassem sem quebra de fluxo e para que suas receitas não fossem afetadas.

Crises sempre existirão, umas mais fortes do que outras. Mas a atitude de estar presente, mesmo sem saber o que teremos adiante, é fundamental. Não é fácil, mas acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar e que parcerias verdadeiras serão cada vez mais necessárias para lidar com as imprevisibilidades dos novos tempos.

, , ,

Conte com a Disoft: otimize as principais demandas de TI da sua empresa com total segurança.

Atualmente, todas as empresas têm demandas de TI que devem ser atendidas diariamente. Service Desk, Gestão de Projetos, Gestão e Governança são alguns dos aspectos operacionais e financeiros que podem ser otimizados com uma estrutura sólida de TI – coisa que a Disoft pode oferecer com tranquilidade e de acordo com as necessidades básicas e também mais complexas do dia a dia do seu negócio.

Com o nosso respaldo, os esforços diários se tornam mais assertivos a fim de garantir os melhores resultados, sempre levando em consideração tanto a totalidade do plano de crescimento da sua empresa como a segurança. No mundo em que vivemos hoje, afinal, é preciso estar sempre de olho aos riscos que as transformações digitais podem oferecer e se antecipar a eles, mantendo sempre a estabilidade e continuidade das informações.

 

Qualquer que seja sua área de atuação – seja um escritório de advocacia, uma escola ou outros serviços –, nós damos total apoio ao seu empreendimento de forma tanto tecnológica como humana. Sim, humana. Damos total apoio a nossos colaboradores para atender cada caso de forma única e visando suas melhores oportunidades. Com um alto nível de excelência, prezamos por processos consistentes que atendam tanto a efetividade que você espera como a qualidade para todos os envolvidos.

 

Entre em contato conosco para entender melhor sobre como a Disoft pode apoiar o seu negócio a crescer com mais segurança, tranquilidade e confiança. Estamos dispostos a mudar o seu dia a dia e de seus colaboradores para melhor, garantindo sempre um espaço de reflexão dentro das especificidades do seu segmento.

,

10 coisas que você já deveria ter parado de fazer ao navegar na internet

Você já prestou atenção em seus hábitos quando está online ou faz tudo no automático?

Provavelmente você ainda não usa a internet de forma segura, então vamos aproveitar que hoje é o Dia da Internet Segura e repassar algumas práticas que você deve abandonar imediatamente.

 

1. Não habilitar a autenticação de dois fatores

Um bom método para evitar problemas em aplicativos, sites e redes sociais, é ativar a autenticação de dois fatores. Esse método de segurança utiliza um segundo método de acesso além da senha tradicional —muitas vezes pode ser uma mensagem via SMS com um código ou, ainda, o uso de um aplicativo específico—, o que torna a vida dos hackers bem mais complicada.

 

2. Não trocar a senha do roteador

Imagine que seu roteador é uma espécie de portão pelo qual todos os seus dados de navegação passam. Não é preciso nem dizer o que aconteceria se alguém interceptasse esse fluxo de dados, não é mesmo? Boa parte desse problema —e também para evitar que vizinhos folgados usem o seu sinal de internet— pode ser resolvido trocando a senha de fábrica do seu roteador e fazendo um ou outro ajuste. Ah, outra boa dica: evite, sempre que possível, usar wi-fi de estabelecimentos com grande movimento de pessoas, como restaurantes e hotéis, uma vez que hackers podem usar essas conexões para, adivinhem só, roubar dados.

 

3. Deixar a câmera descoberta

Sabe o que Mark Zuckerberg e profissionais do FBI têm em comum quando o assunto é vida digital? Eles usam fitas adesivas para tapar as webcams integradas dos notebooks. Sim, pode parecer algo “tiozão da internet” ou ainda paranoia, mas não custa nada. Afinal, as câmeras desses aparelhos podem, sim, ser usadas para espionar quem os utiliza.

 

4. Não usar um bom antivírus

Seja no seu computador ou no smartphone, usar um antivírus é algo recomendável para quem quer garantir sua segurança digital. Nesse sentido, o melhor a se fazer é apostar nos produtos de empresas conhecidas.

 

5. Não escolher bem a senha

Você é do tipo que usa a mesma senha para tudo? E deixa eu adivinhar: essa senha geralmente envolve uma data de nascimento, seu nome ou algo do tipo? Pois esse hábito —compartilhado por 50% dos brasileiros — é um cenário dos sonhos para qualquer hacker. Afinal, basta roubar uma senha para que ele tenha acesso a uma dezena de contas.

Uma boa solução para isso é usar um aplicativo gerenciador de senha. Boa parte desses programas contam com um gerador de senhas, o que garante que você realmente escolha senhas fortes para sites e aplicativos, além de criptografia para guardar seus dados. O acesso ao seu conteúdo de senhas é feito, normalmente, usando uma senha que segue critérios bem específicos – e é só dela que você terá que lembrar.

 

6. Esquecer os controles parentais

Boa parte dos aparelhos possuem funcionalidades que permitem limitar o acesso a conteúdos tendo por base a classificação indicativa. Os chamados controles parentais estão presentes em smartphones, serviços de streaming e até videogames, mas poucos usam.
Esse sistema, no entanto, é apenas uma ferramenta para evitar que seus filhos tenham acesso a conteúdos que não são indicados para a idade deles. “Não há mágica, nem tecnologia mais avançada que possa substituir a mediação parental baseado na confiança mútua. Navegar juntos, debater a vida digital sem julgamento, aprender e construir limites juntos, estimular usos positivos e, ao mesmo tempo, apontar como lidar com as situações de riscos. Ferramentas de controle parental podem ajudar, mas sem confiança e diálogo não funcionam sozinhas”, explica Rodrigo Nejm, diretor de educação da Safernet Brasil.

 

7. Descuidar do ambiente ao redor

Você pode ter senhas fortes, usar conexões seguras e ser uma pessoa cuidadosa na sua vida digital, mas ainda assim acabar tendo seus dados roubados. Como é possível? É o bom e velho “bisbilhotar” e funciona de uma forma um tanto clássica: enquanto você utiliza celular ou computador, pode ter alguém observando à distância e tendo acesso a informações sigilosas. Isso vale também se você deixa a sua mesa do trabalho bagunçada ou, ainda, usa adesivos de recados para anotar senhas e outras informações relevantes.
O melhor a se fazer, neste caso, é checar o ambiente que você está e evitar ao máximo acessar aplicativos como os de bancos em locais públicos.

 

8. Desencanar de denunciar abusos

A internet é um ambiente público e isso significa que pequenas atitudes tomadas coletivamente podem evitar grandes problemas. Uma dessas atitudes é usar as ferramentas disponíveis para fazer denúncias.
“Nas redes sociais, nas plataformas de games e também de vídeos é possível denunciar abusos, violência ou contatos indesejados. Pais e filhos, inclusive, podem explorar juntos, simulando como e onde é possível denunciar. A Safernet recebe denúncias de direitos humanos em www.denuncie.org.br e também orienta pais e filhos no www.canaldeajuda.org.br”, aponta Nejm.

 

9. Clicar em links sem verificar o destino

Quem nunca recebeu aquele email que realmente parecia legítimo, mas trazia um link que te mandava para uma página bem nada a ver? Isso é bem comum e não termina bem: pode ser a entrada para vírus ou para que criminosos roubem dados.
A melhor forma de evitar esse tipo de situação é checar remetentes de emails e outros tipos de mensagem (como os SMS) e passar o mouse sobre o link para ver se a página de destino é a mesma que aparece escrita no link —é muito comum caracteres estranho serem colocados em links que simulam as páginas originais.Outra sugestão é evitar ao máximo clicar em links encurtados que são enviados em mensagens de SMS, por exemplo, uma vez que eles dificultam muito que você avalie previamente a página para qual será enviado.

 

10. Cair em “negócios da China”

Sabe aquela mensagem que você recebeu indicando uma promoção boa demais para ser verdade? A chance de ser algum golpe, nestes casos, é enorme. Geralmente esse tipo de crime é cometido com a distribuição de mensagens em larga escala, o que, apesar de tornar o golpe mais perceptível, aumenta as chances de “fisgar” algum desavisado.
Neste caso, além de ficar atento em relação a “negócios da China” de procedência duvidosa, o melhor a se fazer é informar.

 

Matéria: Rodrigo Lara – Colaboração para Tilt, em São Paulo

Link: UOL

Os principais desafios que líderes de TI enfrentarão em 2020

Da escassez de talentos às preocupações com privacidade, executivos precisarão superar diversos obstáculos ao longo das suas jornadas digitais

Paul Heltzel, CIO (EUA)

Neste ano, com certeza, os líderes de tecnologia permanecerão focados nos projetos de transformação digital. No entanto, o trabalho não será fácil. Pesquisas recentes sugerem que os erros cometidos pelas iniciativas de digitalização serão uma das principais causas de preocupação para as empresas.

Um relatório do Gartner sobre riscos emergentes mostra que, embora as empresas continuem priorizando e financiando projetos digitais, dois terços não apenas deixam de cumprir suas promessas, mas também revelam “pontos fracos da empresa, fazendo com que as organizações vejam uma lacuna entre expectativas e resultados”.

A tecnologia digital também cria desafios em outras áreas, e os líderes do setor afirmam que seus problemas mais desafiadores giram em torno de ameaças à segurança e privacidade de dados, além da escassez de talentos com habilidades em alta tecnologia.

Confira os desafios que os líderes de negócios esperam encontrar em 2020 e de que forma os executivos com visão de futuro estão lidando com eles.

Gig economy preocupa

As empresas frequentemente lidam com as lacunas de talentos digitais com trabalhadores temporários e outras estratégias flexíveis, mas os executivos de tecnologia veem a ascensão da Gig economy criando diversos desafios, incluindo manter a empresa e dados confidenciais em segurança.

As equipes distribuídas têm suas vantagens, incluindo flexibilidade e capacidade de passar por mudanças rapidamente. No entanto, o relatório do Gartner alerta que o trabalho remoto também exige planejamento para enfrentar desafios: “Uma força de trabalho crescente, tanto no modelo de trabalho em casa quanto no espaço de trabalho, expõe a organização involuntariamente a vulnerabilidades na privacidade de dados e na segurança de informações confidenciais.”

Apesar disso, segurança não é a única preocupação na Gig economy. “Encontrar o talento certo é sempre uma das principais preocupações”, diz Christine Telyan, CEO da UENI. “Por um lado, o crescimento da gig economy apresenta uma enorme oportunidade ao ampliar o conjunto de talentos que uma empresa pode acessar. Por outro lado, ter uma equipe – especialmente uma equipe de tecnologia – trabalhando dedicadamente em uma única meta de negócios sem se distrair com outros projetos tem suas vantagens. Encontrar o equilíbrio certo de talentos em tempo integral e parcial para uma empresa será fundamental para o sucesso em 2020.”

Dados confidenciais

As preocupações com a governança de dados estão em andamento e os requisitos específicos do GDPR e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam ser tratados em vários níveis e por vários departamentos de uma organização.

“Esses regulamentos – assim como outros que podem surgir [em 2020] – têm penalidades severas por não conformidade”, explica o cofundador e CEO da Qubole, Ashish Thusoo.

“As empresas precisam projetar suas arquiteturas para atender a requisitos como o direito de ter seus dados excluídos e o direito de deletá- los. Isso deve ser concretizado em todos os repositórios de dados e em todos os ambientes, incluindo nuvens privadas, públicas e híbridas. Os fornecedores continuarão inovando no próximo ano com recursos e soluções para ajudar a atender a essa necessidade crítica.”

ROI de novas tecnologias
As empresas que pretendem utilizar tecnologias avançadas, como IA e automação de processos robóticos (RPA), precisarão pesar os benefícios da inovação com os benefícios ​​para os negócios. Segundo Mahi Inampudi, CTO e CPO da Envoy Global, não basta adotar tecnologias apenas por serem tendências.

“Trata-se de encontrar o business case certo”, afirma Inampudi. “O equilíbrio de recursos para apoiar esse empreendimento e o crescimento dos negócios continua sendo um grande desafio para todos os CIOs e CTOs. Nunca há recursos suficientes para executar todas as boas ideias que os negócios possam ter; portanto, o roteiro sempre precisa priorizar o maior valor agregado e o menor nível de esforço, independentemente de o valor advir de novas tecnologias de ponta ou alavancar capacidades existentes.”

Ameaças à segurança
Em vez de concentrar os esforços de segurança no combate a hackers ou ameaças desconhecidas, Jake Olcott, vice-presidente de classificações de segurança da BitSight, está mais preocupado com sistemas que não abordaram vulnerabilidades já conhecidas.

“As vulnerabilidades de zero day recebem mais atenção da mídia, mas em 2020, os hackers não se incomodarão com esses ataques altamente divulgados”, observa Olcott. “Em vez disso, eles se dedicarão a estratégias simples, como obter acesso a uma rede por meio de um fornecedor, de um terceiro ou por falta de aplicação de patches.”

Olcott também prevê que as violações de dados continuarão causando problemas para as empresas da Fortune 1000, devido a falhas na segurança da organização e de seus parceiros. Para lidar com a questão, o especialista afirma que as empresas devem concentrar seus esforços no monitoramento contínuo de ameaças à segurança.

Outro desafio relativo à segurança para é o combate ao aumento de ransomwares. Ken Galvin, gerente sênior de produtos da Quest Software, sugere que algumas organizações precisarão criar uma nova função para profissionais de segurança dedicados a combater softwares maliciosos.

“Metade da batalha para solucionar um problema de segurança é isolá-lo”, explica Galvin. “Mas, com o pessoal de TI sobrecarregado e estressado, e as idas e vindas necessárias para fazer um plano, aprová-lo e determinar o orçamento para resolver um problema, sempre há atrasos. O nível C está começando a entender agora, mais do que nunca, a importância da proteção contra ataques de ransomware. Deve haver alguém delegado especificamente para trabalhar com equipes para identificar problemas de segurança, determinar como resolvê-los e garantir que as medidas apropriadas sejam aprovadas para proteger os negócios desses ataques cada vez mais sofisticados.”

Gerenciamento de riscos – e expectativas

Matt Mead, CTO da SPR, reconhece as descobertas do Gartner sobre a frequência com que as iniciativas digitais falham, mas essa realidade pode ser difícil de gerenciar entre as demandas pela adoção rápida de novas tecnologias. “Hoje, as empresas e os clientes esperam que as soluções tenham lançamentos rápidos e capazes de se adaptar ao longo do tempo, relata Mead. “A TI precisa adotar novas tecnologias, tendências e abordagens para avançar no ritmo esperado. É difícil cumprir o prazo e o orçamento. Os CIOs precisam gerenciar todos os projetos de TI de maneira a mitigar os riscos. Comece certificando-se de que os projetos estejam usando uma abordagem ágil moderna e coloque todas as atividades de alto risco no início do ciclo de vida do projeto. Dessa forma, se um projeto não for bem-sucedido, poderá falhar rapidamente e não em estágios posteriores.”

O Gartner aconselha dividir iniciativas em projetos distintos para reduzir riscos em toda a organização. “A divisão de testes de modelo de negócios em iniciativas discretas evita o potencial de interrupções catastróficas. As organizações de sucesso favorecem investimentos incrementais, o que ajuda a organização a aprender em escala”, de acordo com o relatório.

Enfrentando a lacuna de talentos

A falta de talentos em TI fará com que as organizações busquem soluções através da automação, diz John Ferron, CEO da Resolve Systems. “Essa falta de trabalhadores técnicos qualificados chega em um momento em que a complexidade da TI está aumentando exponencialmente e os volumes de dados estão explodindo – todos impulsionados por iniciativas de transformação digital sustentadas por departamentos de TI com equipes pequenas.

Os times de TI devem esperar um foco crescente na automação inteligente e nos AIOps para ajudá-los a produzir mais com menos esforço, automatizando tarefas e processos repetitivos.”

Desenvolvimento de novas habilidades

Para Inampudi, da Envoy Global, o desenvolvimento de novas habilidades é fundamental, mas é desafiador em um ambiente em que a tecnologia está evoluindo em um ritmo cada vez maior. “Criar uma cultura de aprendizado e desenvolvimento é provavelmente um dos tópicos mais importantes para os CIOs todos os anos. Quando todos sentimos que estamos aprendendo e sendo desafiados no trabalho, a retenção melhora”, diz Inampudi.

“Minha preocupação sempre será se estamos excedendo as expectativas elevadas dos nossos clientes.”

Problemas com a nuvem

Estratégias de primeira migração para a nuvem podem levar a problemas que obrigam o recuo das empresas. “É um erro não forçado”, argumenta Adrian Moir, líder em tecnologia da Quest Software. “À medida que mais e mais organizações começam a adotar a nuvem híbrida, veremos eventualmente uma tendência de repatriamento da nuvem, que é o que acontece quando as empresas não investem adequadamente na migração para a nuvem. De repente, as organizações estão percebendo que estão gastando significativamente mais do que o previsto.” Para Moir, as empresas devem analisar os dados e as cargas de trabalho que possuem antes de contemplar a migração para a nuvem, a fim de descobrir os custos e os possíveis impactos envolvidos.

Mudança cultural em um mundo digital

Geoff Webb, vice-presidente de estratégia da PROS, afirma que a transformação digital requer um compromisso contínuo que evolui ao longo do tempo. Além disso, é preciso investir na mudança de mentalidade, e não só depender de novas tecnologias.

“Os líderes de negócios precisarão entender que a transformação digital não termina, mas se torna parte de como os desafios são resolvidos”, observa Webb. “Especificamente, eles precisam entender como as empresas podem impulsionar o nível de alinhamento organizacional necessário para fornecer resultados significativos com rapidez suficiente para impactar os negócios. É fácil lançar novas tecnologias em cima de um problema, mas a mudança profunda que precisa ocorrer exige um nível de suporte cultural e organizacional que pode ser desafiador para ser impulsionado e mantido a longo prazo.”

Matéria: CIO

Tecnologia, proteção de dados e a LGPD: como manter seu negócio sempre seguro?

Bilhões de pessoas estão conectadas à internet gerando dados de forma independente. Somado a esse universo, temos as empresas criando e coletando informações de diferentes fontes para operar seus negócios. Estamos na era do Data Driven e nenhuma empresa, seja ela pequena, média ou grande, pode deixar de lado essa evolução. A informação se tornou o petróleo das organizações.

Processos são digitalizados, dados e históricos são cruzados. Todas as empresas passaram a ser gerenciadas por meio de seus dados e, portanto, a tecnologia, que é essencial para qualquer negócio se manter competitivo, vira a protagonista das operações. Mas, e quando esse mar de informação começa a ser exposto a riscos? Ataques cibernéticos bloqueiam os sistemas das empresas, roubam seus dados e, nessa seara, se perde receita, clientes e oportunidades de negócios. Somente no ano passado, segundo a Ponemon Institute, 67% das empresas pequenas e médias sofreram algum tipo de ataque virtual e, quando eles acontecem, dados pessoais de clientes são expostos.

Somada à preocupação com o vazamento das informações, agora esse alerta se soma à preocupação com a entrada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. Com ela, virão autuações e multas que podem fragilizar por completo uma empresa. E quando apontamos para essa questão, vemos que há um grande problema no despreparo das empresas em relação à perda de dados e falta de pessoas com conhecimento para criar barreiras de proteção contra os ataques.

No que tange às pequenas e médias empresas, muitas vezes essas operações não têm um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção. Neste caso, e principalmente agora com a entrada da LGPD, o caminho é buscar especialistas no mercado para a criação de um plano de proteção da TI.

Esta preocupação também pode beneficiar as empresas na operação, não apenas na redução de custos e perda financeira a partir de uma gestão de riscos. É possível melhorar a reputação no mercado, ganhar produtividade e disponibilidade dos sistemas, reduzir as vulnerabilidades e ainda alcançar uma redução média de 70% dos incidentes relacionados à Tecnologia da Informação. Mais do que se prevenir, a atenção e o cuidado com sua TI pode apoiar na evolução de seu negócio.

*Claudio Emanuel de Menezes é CEO da Disoft

Matéria: Estadão