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Cinco tendências do mercado de tecnologia para 2022

A tecnologia é um dos segmentos que mais vem ganhando espaço no mercado, e foi impulsionada nos últimos meses devido à pandemia. Segundo estudo da consultoria McKinsey, o Brasil terá um gargalo de 1 milhão de profissionais de tecnologia até 2030. Com tantas vagas disponíveis no mercado, a área vem se destacando como uma alternativa de carreira promissora com altos salários.

 

Devido à constante evolução deste segmento, vale sempre se manter antenado nas principais novidades do mercado. Por isso, a Kenzie Academy lançou um e-book gratuito com um material sobre Tendências do Mercado de Tecnologia em 2022 , destacando as principais áreas do setor, as linguagens de programação e as médias salariais para os profissionais deste segmento.

Confira abaixo a lista das 5 grandes tendências de tecnologia, que estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento web e a trabalhos mais amplos do profissional de TI.

1. Soluções Remotas: O trabalho remoto já era uma tendência, mas foi acelerado devido à pandemia. Algumas empresas já tinham investido em infraestrutura necessária para que seus funcionários pudessem exercer as suas atividades a distância. Mas, muitas companhias tiveram que “correr” para conseguir operar com o time trabalhando de locais diferentes. Para grande parte do mercado, o período de adaptação ainda não terminou, pois continuamos a aprender a nos organizarmos e gerir o tempo por meio de ferramentas para que o trabalho em casa seja o mais produtivo possível. Neste ponto, a tecnologia tem um papel fundamental para oferecer recursos auxiliares para suprir as principais dores da ausência física. Entre as principais soluções de tecnologia devem estar os softwares de segurança de dados, de videoconferência, chats, gerenciamento de produtividade, ponto digital e outras, que estão em plena ascensão.

2. Inteligência Artificial – O uso da IA já era considerado uma grande tendência antes mesmo da pandemia e vem ganhando cada vez mais força em setores como marketing, engenharia, educação e desenvolvimento de software. Do contrário do que muitos pensam, essa tecnologia não irá substituir o ser humano, mas somar esforços para automatizar os processos, tornando-os mais produtivos e proveitosos. Para os profissionais de tecnologia, ter uma especialização em quais uma das ramificações da Inteligência Artificial, como machine learning, deep learning e processamento de linguagem, agregará um peso imensurável em qualquer currículo.

3. Experiência do Usuário – A pandemia também transformou o comportamento dos consumidores. De acordo com dados da consultoria americana McKinsey & Company, a instabilidade econômica tornou o consumidor brasileiro mais cauteloso neste último ano. Ainda assim, o crescimento do e-commerce nacional alcançou a marca de 40%. Vale destacar que os recursos digitais relacionados a trabalho, estilo de vida e educação à distância também contribuíram para moldar o novo consumidor, que além de produtos, também procura por uma verdadeira experiência de compra.

Por isso, as empresas investem cada vez mais em experiência do usuário, ou UX, com o objetivo de oferecer todos os tipos de serviços que se conectam com pessoas através da internet.

4. Chatbot – A utilização de chatbots é comum e já é amplamente difundida na indústria, no entanto há muitas funcionalidades que podem ser aperfeiçoadas pela tecnologia. Em muitos casos, os chatbots ainda se mostram pouco eficientes, robóticos demais, não-escaláveis e com pouca integração com outros canais de comunicação, como WhatsApp e Telegram. Para 2022, o grande desafio não é implementar a ferramenta, mas melhorar e amadurecer as funcionalidades permitindo mais assertividade, flexibilidade, segurança e agilidade aos atendimentos.

5. Cloud – Os Servidores em Cloud – ou em nuvem – são um dos mais importantes pilares do trabalho remoto, pois são eles que garantem que os dados e infraestrutura sejam armazenados de forma online, permitindo que os colaboradores das empresas consigam acessar os arquivos de qualquer lugar do mundo. Embora seja muito utilizado no universo corporativo, também requer melhorias e ajustes. Entre as principais tendências para o próximo ano está o aprimoramento constante desse tipo de tecnologia, proporcionando novas oportunidades para profissionais especializados em cloud computing.

Matéria: abeinfobrasil.com.br

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5 tendências de TI para os próximos anos

Mão de obra, inteligência analítica, investimentos e mais: estudo da FGVCia apresenta o cenário do setor para empresas e cidadãos brasileiros.

Do total de empresas instaladas no Brasil, 87,5% realizaram alguma iniciativa voltada à transformação digital no ano passado, segundo dados do DT Index 2020 (Índice de Transformação Digital da Dell Technologies 2020). O número ficou acima da média mundial, de 80%.

Diante dos desafios impostos pelo distanciamento social e a massificação do trabalho remoto, muitas empresas se viram obrigadas a adequar as operações para se manterem competitivas no mercado. Nesse sentido, o investimento rápido e estratégico em infraestrutura de TI entrou como aliado para enfrentar com sucesso a realidade imposta pela Covid-19.

Em 2021, o cenário não será muito diferente. O Brasil deve ultrapassar a marca de 200 milhões de computadores em uso ainda este ano, segundo a 32º Pesquisa Anual do Uso de TI no Brasil realizada pelo FGVcia (Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas). Isso significa que teremos cerca de 9,4 máquinas para cada 10 habitantes.

“O que mais chamou a atenção nesta edição foi o impacto da pandemia, que provocou, em meses, um avanço no uso de TI que normalmente levaria anos para ocorrer”, afirma Fernando S. Meirelles, coordenador do estudo e fundador do FGVCia.

O estudo considerou 2.636 companhias, com o intuito de formar uma amostra representativa das médias e grandes empresas nacionais de capital privado. O relatório contempla a evolução e as tendências de indicadores, como a quantidade de dispositivos digitais; o volume de vendas de computadores, tablets, telefones e TVs no Brasil e mundo; os gastos e investimentos em TI; e um retrato do mercado de 26 categorias de software, incluindo videoconferência, inteligência analítica e sistemas integrados de gestão. A pesquisa indica que 66% das 500 maiores empresas do país estão na amostra.

Um computador por habitante até 2023

O relatório indica que temos hoje 440 milhões de dispositivos digitais (computadores, notebooks, tablets e smartphones) em uso no Brasil, o que representa mais de dois dispositivos digitais por habitante.

Do total, o país tem cerca de 198 milhões de computadores (desktops, notebooks e tablets) em uso, número que deve saltar para 200 milhões até o final do ano. Ou seja, são 9,4 máquinas para cada 10 habitantes (94% per capita).

Isso coloca o país atrás dos Estados Unidos (69%), mas bem acima da média mundial de 82% na proporção de computadores em uso por habitante. “O Brasil está muito bem no cenário mundial. No entanto, se compararmos com os países mais desenvolvidos, ainda temos espaço para crescer”, afirma Meirelles.

Entre 2022 e 2023, a expectativa é que o Brasil tenha 216 milhões de máquinas em uso, número que deve ser equivalente aos 216 milhões de habitantes da população brasileira no mesmo período. “Ou seja, em cerca de um ano e meio, vamos atingir a proporção de um computador por habitante na média no Brasil.”

Sistema operacional, videoconferência e antivírus

A pesquisa aponta uma participação de 97% do Windows como o principal sistema operacional ativo no computador do usuário, ante 2% de Unix e família e 1% de outros sistemas. No caso dos servidores corporativos, o cenário muda. São 77% da base instalada utilizando Windows, seguido de Linux (18%) e outros sistemas (5%), que englobam Unix e Apple.

Segundo Meirelles, “a categoria de colaboração e videoconferência é a que mais cresceu no último ano”. Nesse caso, o levantamento apresenta o Zoom como o grande líder do setor, com cerca de 40% de participação nas empresas. A lista também inclui o Microsoft Teams (32%), Google Meets (18%) e outros recursos (10%).

Em relação aos programas de antivírus, desenvolvidos para prevenir, detectar e eliminar softwares maliciosos, seis nomes se destacaram. A liderança ficou por conta do Intel McAfee, com 29%, seguido do Symantec, com 28%. O ranking conta ainda com os produtos da Microsoft (12%), Kaspersky (10%), Avast e AVG (9%), Trend (8%), e outros (4%).

Internet e inteligência analítica

A FGVCia analisou também quais são os navegadores mais utilizados pelas empresas. Os resultados apontam uma participação de 62% do Microsoft Edge e Explorer, 30% do Google Chrome, 7% do Mozilla FireFox e 1% de outros produtos, como o Safari, desenvolvido pela Apple. “No uso doméstico, o Safari cresce muito, assim como o Chrome.”

Já a categoria de inteligência analítica engloba todos os produtos de business intelligence (inteligência empresarial), business analytics (análise de negócios), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente, da sigla em inglês) e os sistemas de apoio ao executivo. Nesse caso, a SAP, especializada em softwares corporativos, assume o primeiro lugar com 25% de participação nas empresas. As companhias utilizam, ainda, os produtos da Oracle (16%), Totvs (15%), Microsoft (15%), Qlik (15%) e IBM (9%). “É importante ressaltar que, se considerarmos o departamento financeiro das empresas, quem aparece na frente disparado é o Excel como a ferramenta principal”, aponta Meirelles.

Gastos e investimentos

A pesquisa revela que, em 1992, as empresas gastavam, em média, cerca de 2% da receita com tecnologia. Hoje, esse número é de 8,2%, o que indica um investimento crescente das companhias em ferramentas e serviços de TI.

A tendência é que esse número se aproxime de 9% nos próximos anos, e continue a crescer. “A velocidade dessa ampliação depende do comportamento da economia”, argumenta Meirelles.

Ao olhar especificamente para cada setor da economia, os bancos e serviços aparecem acima da média em termos de gastos com tecnologia, com 16% e 11,7% da receita direcionada aos investimentos em TI, respectivamente. Já a indústria aparece com 4,8%, enquanto o comércio investe apenas 3,9%.

O que esperar

Os dados da FGVCia apontam que, para as empresas, os principais projetos de TI para os próximos anos são a implementação de inteligência analytics e a migração, implementação e integração de funcionalidades do ERP (Sistema Integrado de Gestão).

No caso das grandes empresas, a pesquisa revela uma tendência à escassez de mão de obra e, consequentemente, aumento da busca por novos talentos. O relatório projeta também uma crescente nos projetos de governança de TI, inteligência artificial, IoT (Internet das Coisas) e migração para a nuvem.

O estudo indica que, nestas empresas, o foco está em alinhar estrategicamente as ações, investimentos e a transformação digital.

Matéria: forbes.com.br

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10 previsões para o mercado de TI até 2023

70% dos CIOs fornecerão “conectividade ágil” por meio de APIs e arquiteturas que interconectam soluções digitais, aponta relatório da IDC

Para apoiar CIOs em sua corrida para a transformação digital, a IDC divulgou na última semana o IDC FutureScape: Worldwide CIO Agenda 2019 Predictions, relatório que traz as principais tendências para o mercado de TI até 2023. Na economia de inovação, CIOs mais eficazes estão reinventando a TI de cima a baixo, criando novas plataformas digitais com conectividade ágil enquanto modernizam e racionalizam processos com o objetivo de descarta sistemas obsoletos.

As novas previsões fornecem um contexto estratégico que permitirá aos CIOs liderar suas organizações por meio de um período de inovações e disrupções nos próximos cinco anos. Elas também apresentam a visão da IDC para as dez mudanças mais importantes que acontecerão na área de TI nos próximos 60 meses e ajudarão os executivos seniores de TI na formação de seus planos estratégicos.

A mensagem segue clara: os CIOs precisam encontrar uma maneira de reinventar suas organizações de TI, pois, caso contrário, arriscam seus negócios ou podem ser substituídos por prestadores de serviços que podem realizar o serviço.

Confira as dez previsões listadas pela IDC:

1. até 2021, impulsionados pelas necessidades das áreas de negócio, 70% dos CIOs fornecerão “conectividade ágil” por meio de APIs e arquiteturas que interconectam soluções digitais de fornecedores de nuvem, desenvolvedores de sistemas, startups e outros.

2. até 2021, compelidos a reduzir os gastos com TI, melhorar a agilidade corporativa e acelerar a inovação, 70% dos CIOs aplicarão de maneira agressiva dados e IA às operações, ferramentas e processos de TI.

3. até 2022, 65% das empresas solicitarão aos CIOs que transformem e modernizem as políticas de governança para aproveitar as oportunidades e enfrentar os novos riscos impostos pela inteligência artificial, o machine learning e a privacidade e ética dos dados.

4. até 2022, 75% das estratégias digitais bem-sucedidas serão construídas por um departamento de TI transformado, com infraestrutura, aplicativos e arquiteturas de dados modernizados e racionalizados.

5. em 2020, 80% das lideranças executivas de TI serão compensadas com base nos KPIs e métricas de negócios que medem a eficácia da TI na geração de desempenho e crescimento de negócios, e não com base em medidas operacionais de TI.

6. Em 2020, 60% dos CIOs iniciarão uma estrutura de confiança digital que irá além da prevenção de ataques cibernéticos e permitirá que as organizações se recuperem de forma resiliente de situações, eventos e efeitos adversos.

7. até 2022, 75% dos CIOs que não mudarem suas organizações para capacitar as equipes de produtos de TI para permitir a inovação, a disrupção e a escala digitais falharão em suas funções.

8. até 2022, o conjunto de talentos para tecnologias emergentes será inadequado para preencher pelo menos 30% da demanda global e o desenvolvimento e retenção eficazes de habilidades se tornarão estratégias diferenciadoras.

9. em 2021, 65% dos CIOs expandirão as práticas de Agile/DevOps para áreas de negócio, a fim de alcançar a velocidade necessária para inovação, execução e mudança.

10. em 2023, 70% dos CIOs que não conseguirem gerenciar a governança, a estratégia e as operações de TI, dividindo-as entre a computação de ponta, dominada pelas áreas de negócio, e a tecnologia operacional, falharão profissionalmente.

Matéria: computerworld.com.br

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Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Quando falamos de relação de parceria, queremos falar dos papéis de quem fornece e de quem compra. Por que a palavra parceria, então? Porque hoje em dia não há nenhum desafio fácil, todas as empresas estão sendo pressionadas para entregar algo cada vez melhor, cada vez mais barato, sem erros e, de preferência, com alguma experiência incrível pelo cliente. Muita coisa, não é?

Para desafios grandes, em que muitas coisas são desconhecidas, é difícil que qualquer empresa tenha todas as respostas. Mais do que nunca elas precisam de alguém que seja muito mais do que o fornecedor de algo: ela precisa de um parceiro verdadeiro que esteja presente nas alegrias e tristezas desse caminhar. Nesse caminhar desconhecido, ambas as partes, fornecedor e cliente, irão errar. Então espera-se que primeiro se resolva a questão – que também pode incluir o cliente do cliente – e, depois, de forma honesta e construtiva, procurem-se as causas dos erros.

São nesses momentos que o fato de estar junto, numa co-construção da solução, é que a palavra “parceiro” cai muito bem. Trata-se quase que um casamento, onde dois pilares fundamentais devem estar em jogo: valores comuns e visão de futuro compartilhada. Portanto, uma parceria entre fornecedor e cliente pressupõe o compartilhamento de estratégias, visões e valores explícitos e verdadeiros entre essas duas partes.

Agora, num momento de trabalho remoto – quando é mais difícil não errar, quando a confiança deve estar previamente estabelecida, quando as incógnitas são maiores e quando a velocidade é um fator decisivo –, como não considerar o seu fornecedor um verdadeiro parceiro? É disso que essa relação se trata, acreditando ou não.

Nós da Disoft acreditamos nisso e temos atuado dessa forma nos últimos anos, sempre buscando a alocação de responsabilidades primeiro e, depois, acompanhando e trabalhando as ocorrências, mantendo um olhar de parceiro ao lado de nossos clientes. Tanto que, nesta atual crise, tivemos um processo muito fácil e transparente de adequação com nossos clientes.

Na área de Serviços estivemos totalmente disponíveis desde o começo, 24 horas por dia, apoiando nossos clientes a implantar o trabalho remoto da forma mais rápida possível. Já na área de Soluções, como o ERP Openbravo foi um dos primeiros ERP’s já nascidos na nuvem, desde sempre esteve disponível remotamente para garantir suas funcionalidades – neste momento só ficamos atentos para que os processos dos clientes funcionassem sem quebra de fluxo e para que suas receitas não fossem afetadas.

Crises sempre existirão, umas mais fortes do que outras. Mas a atitude de estar presente, mesmo sem saber o que teremos adiante, é fundamental. Não é fácil, mas acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar e que parcerias verdadeiras serão cada vez mais necessárias para lidar com as imprevisibilidades dos novos tempos.

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Conte com a Disoft: otimize as principais demandas de TI da sua empresa com total segurança.

Atualmente, todas as empresas têm demandas de TI que devem ser atendidas diariamente. Service Desk, Gestão de Projetos, Gestão e Governança são alguns dos aspectos operacionais e financeiros que podem ser otimizados com uma estrutura sólida de TI – coisa que a Disoft pode oferecer com tranquilidade e de acordo com as necessidades básicas e também mais complexas do dia a dia do seu negócio.

Com o nosso respaldo, os esforços diários se tornam mais assertivos a fim de garantir os melhores resultados, sempre levando em consideração tanto a totalidade do plano de crescimento da sua empresa como a segurança. No mundo em que vivemos hoje, afinal, é preciso estar sempre de olho aos riscos que as transformações digitais podem oferecer e se antecipar a eles, mantendo sempre a estabilidade e continuidade das informações.

 

Qualquer que seja sua área de atuação – seja um escritório de advocacia, uma escola ou outros serviços –, nós damos total apoio ao seu empreendimento de forma tanto tecnológica como humana. Sim, humana. Damos total apoio a nossos colaboradores para atender cada caso de forma única e visando suas melhores oportunidades. Com um alto nível de excelência, prezamos por processos consistentes que atendam tanto a efetividade que você espera como a qualidade para todos os envolvidos.

 

Entre em contato conosco para entender melhor sobre como a Disoft pode apoiar o seu negócio a crescer com mais segurança, tranquilidade e confiança. Estamos dispostos a mudar o seu dia a dia e de seus colaboradores para melhor, garantindo sempre um espaço de reflexão dentro das especificidades do seu segmento.

Backoffice Openbravo: simplicidade e produtividade

Depois de trazermos a plataforma Openbravo para o Brasil, um Open Source de ERP que é referência máxima no mundo corporativo, temos também uma alternativa reduzida, mas igualmente poderosa, para seu negócio: o backoffice Openbravo.

Enquanto o Openbravo inclui diferentes camadas estruturais para cada empresa, o backoffice Openbravo é capaz de atender exclusivamente ao que todos sempre precisam: um sistema capaz de integrar todos os dados relacionados à administração de cada empresa – finanças, contabilidade, contratos, orçamentos, entre outros – e, assim, garantir mais segurança e estabilidade.

E com facilidade, claro. O backoffice Openbravo se acopla ao sistema utilizado em seu negócio e possibilita que você e sua equipe tornem-se mais produtivos sem ter que perder tanto tempo com o que nossa tecnologia pode fazer. Com interface intuitiva e de fácil aprendizado, relatórios em formato HTML, PDF e XLS e níveis de acesso configuráveis para cada usuário, a solução rapidamente assume uma posição exemplar ao facilitar a organização diária e assumir funções com total tranquilidade.

Entre em contato com a Disoft agora mesmo para conhecer tudo que a solução pode fazer por você e implantá-la com rapidez na sua empresa. Com o backoffice Openbravo, seus funcionários se tornarão ainda mais produtivos e seu negócio terá maior destaque no mercado.

Disoft traz para o Brasil plataforma Openbravo, solução open source de ERP

O diferencial da nova solução é sua possibilidade de construção personalizada de acordo com as necessidades do negócio, setor e aplicativos de mercado

Disoft, companhia especializada em Tecnologia da Informação colaborativa e compartilhada, anunciou que irá disponibilizar no país a plataforma espanhola Openbravo, líder mundial em gestão corporativa Open Source.

Criada em 2001, a plataforma é uma solução criada na Espanha que já ganhou por diversas vezes prêmios como o melhor software de código aberto da categoria. O serviço está presente em mais de 60 países e atende desde empresas de médio porte a organizações de grande escala.

Estrutura da plataforma

De acordo com o comunicado, o sistema que foi localizado para o Brasil é composto por quatro camadas. A primeira, denominada genérica, é capaz de integrar os dados provenientes das áreas corporativas, ou seja, o famoso backoffice, que envolve contas a pagar e a receber, compras, contabilidade, fiscal, faturamento, orçamento, projetos, contratos e demais funcionalidades que são padrão a todos softwares de gestão.

Na sequência, vêm as camadas diferenciais do Segmento, na qual são imputadas características de um tipo específico de negócio, como indústria, logística e distribuição, entre outras. Já na camada Aplicativos, a próxima na estrutura, é possível conectar aplicações de mercado que façam sentido para o negócio da empresa num determinado momento.

Por fim, a solução disponibiliza a camada de Especificidades, cujo foco é implementar projetos específicos para cada cliente, incluindo os seus diferenciais de negócio. Aqui, podem ser consideradas tecnologias de Inteligência Artificial, Machine Learning, Business Intelligence, entre outras.

‘Leva-se muito tempo e investimento para desenvolver um ERP internamente de acordo com as necessidades de negócio da empresa. Já os sistemas tradicionais de mercado não têm esse aspecto de modelagem, já que crescem indefinidamente, sem estruturar as informações em camadas e, por isso estão se tornando obsoletos. Diante deste cenário, a adesão de uma plataforma open source é o caminho para uma gestão corporativa ágil, conectada, eficiente e disruptiva’, explica Claudio Emanuel de Menezes, CEO da Disoft.

Author: Mônica Wanderley

Link da Matéria: Computer World

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04 dicas para você aprender sobre avaliação de desempenho de colaboradores

Avaliar é apreciar, estimar, fazer idéia de, ajuizar, criticar ou julgar. Desempenho é o comportamento real do empregado em face de uma expectativa ou de um padrão de comportamento estabelecido pela organização.