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Podemos confiar uns nos outros à distância?

Após as primeiras semanas de “home office”, período em que o senso de urgência se instalou, talvez seja hora de pensarmos de forma mais definitiva sobre com quem iremos trabalhar e confiar em longo prazo – tanto em relações cliente-fornecedor como entre líderes-liderados – e considerando que, a princípio, provavelmente não haverá nenhum contato social.

Parece que o conhecido teatro corporativo perdeu força e o que sobrou é, de fato, o comprometimento e capacidade de entrega de cada um. Afinal, não é plausível que uma empresa que prometa muitas coisas em seu site seja difícil de ser contatada. Ou que uma pessoa que quer um trabalho numa empresa não dê nenhum retorno a partir dos contatos oferecidos.

Então o que entrou em jogo, agora mais do que nunca, neste novo momento de pandemia? Será que agora não ficamos mais próximos da verdade do que antes, quando tínhamos toda uma estrutura corporativa para nos proteger? Se prometo algo no site de minha empresa e não dou retorno no tempo devido com a desculpa da distância ou se faço mil exigências ao prospect antes de ouvi-lo de verdade – defendendo o meu antes de me colocar à disposição –, estas são condutas que mostram bastante os valores de cada empresa. Podemos dizer então que, neste novo momento, valores da cultura corporativa estão bem mais expostos do que antes e a verdade sobre cada empresa tende a aparecer muito mais do que antes.

Se o que de fato vendemos não são produtos e serviços, mas sim a nossa cultura, este momento de relações à distância deverá colocar os valores de cada empresa à prova, pois estarão sendo exercidos em cada pequeno momento de contato remoto pelas diversas pessoas de cada empresa. E a única forma de ter uma empresa verdadeira é ter, mais do que nada, colaboradores íntegros.

Um mundo novo está se abrindo, novos aprendizados virão, e uma mudança estrutural também está ocorrendo por uma vida mais simples, com menos exageros e com relações mais sinceras e comprometidas entre empresas e pessoas.

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Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Quando falamos de relação de parceria, queremos falar dos papéis de quem fornece e de quem compra. Por que a palavra parceria, então? Porque hoje em dia não há nenhum desafio fácil, todas as empresas estão sendo pressionadas para entregar algo cada vez melhor, cada vez mais barato, sem erros e, de preferência, com alguma experiência incrível pelo cliente. Muita coisa, não é?

Para desafios grandes, em que muitas coisas são desconhecidas, é difícil que qualquer empresa tenha todas as respostas. Mais do que nunca elas precisam de alguém que seja muito mais do que o fornecedor de algo: ela precisa de um parceiro verdadeiro que esteja presente nas alegrias e tristezas desse caminhar. Nesse caminhar desconhecido, ambas as partes, fornecedor e cliente, irão errar. Então espera-se que primeiro se resolva a questão – que também pode incluir o cliente do cliente – e, depois, de forma honesta e construtiva, procurem-se as causas dos erros.

São nesses momentos que o fato de estar junto, numa co-construção da solução, é que a palavra “parceiro” cai muito bem. Trata-se quase que um casamento, onde dois pilares fundamentais devem estar em jogo: valores comuns e visão de futuro compartilhada. Portanto, uma parceria entre fornecedor e cliente pressupõe o compartilhamento de estratégias, visões e valores explícitos e verdadeiros entre essas duas partes.

Agora, num momento de trabalho remoto – quando é mais difícil não errar, quando a confiança deve estar previamente estabelecida, quando as incógnitas são maiores e quando a velocidade é um fator decisivo –, como não considerar o seu fornecedor um verdadeiro parceiro? É disso que essa relação se trata, acreditando ou não.

Nós da Disoft acreditamos nisso e temos atuado dessa forma nos últimos anos, sempre buscando a alocação de responsabilidades primeiro e, depois, acompanhando e trabalhando as ocorrências, mantendo um olhar de parceiro ao lado de nossos clientes. Tanto que, nesta atual crise, tivemos um processo muito fácil e transparente de adequação com nossos clientes.

Na área de Serviços estivemos totalmente disponíveis desde o começo, 24 horas por dia, apoiando nossos clientes a implantar o trabalho remoto da forma mais rápida possível. Já na área de Soluções, como o ERP Openbravo foi um dos primeiros ERP’s já nascidos na nuvem, desde sempre esteve disponível remotamente para garantir suas funcionalidades – neste momento só ficamos atentos para que os processos dos clientes funcionassem sem quebra de fluxo e para que suas receitas não fossem afetadas.

Crises sempre existirão, umas mais fortes do que outras. Mas a atitude de estar presente, mesmo sem saber o que teremos adiante, é fundamental. Não é fácil, mas acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar e que parcerias verdadeiras serão cada vez mais necessárias para lidar com as imprevisibilidades dos novos tempos.

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Conte com a Disoft: otimize as principais demandas de TI da sua empresa com total segurança.

Atualmente, todas as empresas têm demandas de TI que devem ser atendidas diariamente. Service Desk, Gestão de Projetos, Gestão e Governança são alguns dos aspectos operacionais e financeiros que podem ser otimizados com uma estrutura sólida de TI – coisa que a Disoft pode oferecer com tranquilidade e de acordo com as necessidades básicas e também mais complexas do dia a dia do seu negócio.

Com o nosso respaldo, os esforços diários se tornam mais assertivos a fim de garantir os melhores resultados, sempre levando em consideração tanto a totalidade do plano de crescimento da sua empresa como a segurança. No mundo em que vivemos hoje, afinal, é preciso estar sempre de olho aos riscos que as transformações digitais podem oferecer e se antecipar a eles, mantendo sempre a estabilidade e continuidade das informações.

 

Qualquer que seja sua área de atuação – seja um escritório de advocacia, uma escola ou outros serviços –, nós damos total apoio ao seu empreendimento de forma tanto tecnológica como humana. Sim, humana. Damos total apoio a nossos colaboradores para atender cada caso de forma única e visando suas melhores oportunidades. Com um alto nível de excelência, prezamos por processos consistentes que atendam tanto a efetividade que você espera como a qualidade para todos os envolvidos.

 

Entre em contato conosco para entender melhor sobre como a Disoft pode apoiar o seu negócio a crescer com mais segurança, tranquilidade e confiança. Estamos dispostos a mudar o seu dia a dia e de seus colaboradores para melhor, garantindo sempre um espaço de reflexão dentro das especificidades do seu segmento.

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10 coisas que você já deveria ter parado de fazer ao navegar na internet

Você já prestou atenção em seus hábitos quando está online ou faz tudo no automático?

Provavelmente você ainda não usa a internet de forma segura, então vamos aproveitar que hoje é o Dia da Internet Segura e repassar algumas práticas que você deve abandonar imediatamente.

 

1. Não habilitar a autenticação de dois fatores

Um bom método para evitar problemas em aplicativos, sites e redes sociais, é ativar a autenticação de dois fatores. Esse método de segurança utiliza um segundo método de acesso além da senha tradicional —muitas vezes pode ser uma mensagem via SMS com um código ou, ainda, o uso de um aplicativo específico—, o que torna a vida dos hackers bem mais complicada.

 

2. Não trocar a senha do roteador

Imagine que seu roteador é uma espécie de portão pelo qual todos os seus dados de navegação passam. Não é preciso nem dizer o que aconteceria se alguém interceptasse esse fluxo de dados, não é mesmo? Boa parte desse problema —e também para evitar que vizinhos folgados usem o seu sinal de internet— pode ser resolvido trocando a senha de fábrica do seu roteador e fazendo um ou outro ajuste. Ah, outra boa dica: evite, sempre que possível, usar wi-fi de estabelecimentos com grande movimento de pessoas, como restaurantes e hotéis, uma vez que hackers podem usar essas conexões para, adivinhem só, roubar dados.

 

3. Deixar a câmera descoberta

Sabe o que Mark Zuckerberg e profissionais do FBI têm em comum quando o assunto é vida digital? Eles usam fitas adesivas para tapar as webcams integradas dos notebooks. Sim, pode parecer algo “tiozão da internet” ou ainda paranoia, mas não custa nada. Afinal, as câmeras desses aparelhos podem, sim, ser usadas para espionar quem os utiliza.

 

4. Não usar um bom antivírus

Seja no seu computador ou no smartphone, usar um antivírus é algo recomendável para quem quer garantir sua segurança digital. Nesse sentido, o melhor a se fazer é apostar nos produtos de empresas conhecidas.

 

5. Não escolher bem a senha

Você é do tipo que usa a mesma senha para tudo? E deixa eu adivinhar: essa senha geralmente envolve uma data de nascimento, seu nome ou algo do tipo? Pois esse hábito —compartilhado por 50% dos brasileiros — é um cenário dos sonhos para qualquer hacker. Afinal, basta roubar uma senha para que ele tenha acesso a uma dezena de contas.

Uma boa solução para isso é usar um aplicativo gerenciador de senha. Boa parte desses programas contam com um gerador de senhas, o que garante que você realmente escolha senhas fortes para sites e aplicativos, além de criptografia para guardar seus dados. O acesso ao seu conteúdo de senhas é feito, normalmente, usando uma senha que segue critérios bem específicos – e é só dela que você terá que lembrar.

 

6. Esquecer os controles parentais

Boa parte dos aparelhos possuem funcionalidades que permitem limitar o acesso a conteúdos tendo por base a classificação indicativa. Os chamados controles parentais estão presentes em smartphones, serviços de streaming e até videogames, mas poucos usam.
Esse sistema, no entanto, é apenas uma ferramenta para evitar que seus filhos tenham acesso a conteúdos que não são indicados para a idade deles. “Não há mágica, nem tecnologia mais avançada que possa substituir a mediação parental baseado na confiança mútua. Navegar juntos, debater a vida digital sem julgamento, aprender e construir limites juntos, estimular usos positivos e, ao mesmo tempo, apontar como lidar com as situações de riscos. Ferramentas de controle parental podem ajudar, mas sem confiança e diálogo não funcionam sozinhas”, explica Rodrigo Nejm, diretor de educação da Safernet Brasil.

 

7. Descuidar do ambiente ao redor

Você pode ter senhas fortes, usar conexões seguras e ser uma pessoa cuidadosa na sua vida digital, mas ainda assim acabar tendo seus dados roubados. Como é possível? É o bom e velho “bisbilhotar” e funciona de uma forma um tanto clássica: enquanto você utiliza celular ou computador, pode ter alguém observando à distância e tendo acesso a informações sigilosas. Isso vale também se você deixa a sua mesa do trabalho bagunçada ou, ainda, usa adesivos de recados para anotar senhas e outras informações relevantes.
O melhor a se fazer, neste caso, é checar o ambiente que você está e evitar ao máximo acessar aplicativos como os de bancos em locais públicos.

 

8. Desencanar de denunciar abusos

A internet é um ambiente público e isso significa que pequenas atitudes tomadas coletivamente podem evitar grandes problemas. Uma dessas atitudes é usar as ferramentas disponíveis para fazer denúncias.
“Nas redes sociais, nas plataformas de games e também de vídeos é possível denunciar abusos, violência ou contatos indesejados. Pais e filhos, inclusive, podem explorar juntos, simulando como e onde é possível denunciar. A Safernet recebe denúncias de direitos humanos em www.denuncie.org.br e também orienta pais e filhos no www.canaldeajuda.org.br”, aponta Nejm.

 

9. Clicar em links sem verificar o destino

Quem nunca recebeu aquele email que realmente parecia legítimo, mas trazia um link que te mandava para uma página bem nada a ver? Isso é bem comum e não termina bem: pode ser a entrada para vírus ou para que criminosos roubem dados.
A melhor forma de evitar esse tipo de situação é checar remetentes de emails e outros tipos de mensagem (como os SMS) e passar o mouse sobre o link para ver se a página de destino é a mesma que aparece escrita no link —é muito comum caracteres estranho serem colocados em links que simulam as páginas originais.Outra sugestão é evitar ao máximo clicar em links encurtados que são enviados em mensagens de SMS, por exemplo, uma vez que eles dificultam muito que você avalie previamente a página para qual será enviado.

 

10. Cair em “negócios da China”

Sabe aquela mensagem que você recebeu indicando uma promoção boa demais para ser verdade? A chance de ser algum golpe, nestes casos, é enorme. Geralmente esse tipo de crime é cometido com a distribuição de mensagens em larga escala, o que, apesar de tornar o golpe mais perceptível, aumenta as chances de “fisgar” algum desavisado.
Neste caso, além de ficar atento em relação a “negócios da China” de procedência duvidosa, o melhor a se fazer é informar.

 

Matéria: Rodrigo Lara – Colaboração para Tilt, em São Paulo

Link: UOL

Os principais desafios que líderes de TI enfrentarão em 2020

Da escassez de talentos às preocupações com privacidade, executivos precisarão superar diversos obstáculos ao longo das suas jornadas digitais

Paul Heltzel, CIO (EUA)

Neste ano, com certeza, os líderes de tecnologia permanecerão focados nos projetos de transformação digital. No entanto, o trabalho não será fácil. Pesquisas recentes sugerem que os erros cometidos pelas iniciativas de digitalização serão uma das principais causas de preocupação para as empresas.

Um relatório do Gartner sobre riscos emergentes mostra que, embora as empresas continuem priorizando e financiando projetos digitais, dois terços não apenas deixam de cumprir suas promessas, mas também revelam “pontos fracos da empresa, fazendo com que as organizações vejam uma lacuna entre expectativas e resultados”.

A tecnologia digital também cria desafios em outras áreas, e os líderes do setor afirmam que seus problemas mais desafiadores giram em torno de ameaças à segurança e privacidade de dados, além da escassez de talentos com habilidades em alta tecnologia.

Confira os desafios que os líderes de negócios esperam encontrar em 2020 e de que forma os executivos com visão de futuro estão lidando com eles.

Gig economy preocupa

As empresas frequentemente lidam com as lacunas de talentos digitais com trabalhadores temporários e outras estratégias flexíveis, mas os executivos de tecnologia veem a ascensão da Gig economy criando diversos desafios, incluindo manter a empresa e dados confidenciais em segurança.

As equipes distribuídas têm suas vantagens, incluindo flexibilidade e capacidade de passar por mudanças rapidamente. No entanto, o relatório do Gartner alerta que o trabalho remoto também exige planejamento para enfrentar desafios: “Uma força de trabalho crescente, tanto no modelo de trabalho em casa quanto no espaço de trabalho, expõe a organização involuntariamente a vulnerabilidades na privacidade de dados e na segurança de informações confidenciais.”

Apesar disso, segurança não é a única preocupação na Gig economy. “Encontrar o talento certo é sempre uma das principais preocupações”, diz Christine Telyan, CEO da UENI. “Por um lado, o crescimento da gig economy apresenta uma enorme oportunidade ao ampliar o conjunto de talentos que uma empresa pode acessar. Por outro lado, ter uma equipe – especialmente uma equipe de tecnologia – trabalhando dedicadamente em uma única meta de negócios sem se distrair com outros projetos tem suas vantagens. Encontrar o equilíbrio certo de talentos em tempo integral e parcial para uma empresa será fundamental para o sucesso em 2020.”

Dados confidenciais

As preocupações com a governança de dados estão em andamento e os requisitos específicos do GDPR e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam ser tratados em vários níveis e por vários departamentos de uma organização.

“Esses regulamentos – assim como outros que podem surgir [em 2020] – têm penalidades severas por não conformidade”, explica o cofundador e CEO da Qubole, Ashish Thusoo.

“As empresas precisam projetar suas arquiteturas para atender a requisitos como o direito de ter seus dados excluídos e o direito de deletá- los. Isso deve ser concretizado em todos os repositórios de dados e em todos os ambientes, incluindo nuvens privadas, públicas e híbridas. Os fornecedores continuarão inovando no próximo ano com recursos e soluções para ajudar a atender a essa necessidade crítica.”

ROI de novas tecnologias
As empresas que pretendem utilizar tecnologias avançadas, como IA e automação de processos robóticos (RPA), precisarão pesar os benefícios da inovação com os benefícios ​​para os negócios. Segundo Mahi Inampudi, CTO e CPO da Envoy Global, não basta adotar tecnologias apenas por serem tendências.

“Trata-se de encontrar o business case certo”, afirma Inampudi. “O equilíbrio de recursos para apoiar esse empreendimento e o crescimento dos negócios continua sendo um grande desafio para todos os CIOs e CTOs. Nunca há recursos suficientes para executar todas as boas ideias que os negócios possam ter; portanto, o roteiro sempre precisa priorizar o maior valor agregado e o menor nível de esforço, independentemente de o valor advir de novas tecnologias de ponta ou alavancar capacidades existentes.”

Ameaças à segurança
Em vez de concentrar os esforços de segurança no combate a hackers ou ameaças desconhecidas, Jake Olcott, vice-presidente de classificações de segurança da BitSight, está mais preocupado com sistemas que não abordaram vulnerabilidades já conhecidas.

“As vulnerabilidades de zero day recebem mais atenção da mídia, mas em 2020, os hackers não se incomodarão com esses ataques altamente divulgados”, observa Olcott. “Em vez disso, eles se dedicarão a estratégias simples, como obter acesso a uma rede por meio de um fornecedor, de um terceiro ou por falta de aplicação de patches.”

Olcott também prevê que as violações de dados continuarão causando problemas para as empresas da Fortune 1000, devido a falhas na segurança da organização e de seus parceiros. Para lidar com a questão, o especialista afirma que as empresas devem concentrar seus esforços no monitoramento contínuo de ameaças à segurança.

Outro desafio relativo à segurança para é o combate ao aumento de ransomwares. Ken Galvin, gerente sênior de produtos da Quest Software, sugere que algumas organizações precisarão criar uma nova função para profissionais de segurança dedicados a combater softwares maliciosos.

“Metade da batalha para solucionar um problema de segurança é isolá-lo”, explica Galvin. “Mas, com o pessoal de TI sobrecarregado e estressado, e as idas e vindas necessárias para fazer um plano, aprová-lo e determinar o orçamento para resolver um problema, sempre há atrasos. O nível C está começando a entender agora, mais do que nunca, a importância da proteção contra ataques de ransomware. Deve haver alguém delegado especificamente para trabalhar com equipes para identificar problemas de segurança, determinar como resolvê-los e garantir que as medidas apropriadas sejam aprovadas para proteger os negócios desses ataques cada vez mais sofisticados.”

Gerenciamento de riscos – e expectativas

Matt Mead, CTO da SPR, reconhece as descobertas do Gartner sobre a frequência com que as iniciativas digitais falham, mas essa realidade pode ser difícil de gerenciar entre as demandas pela adoção rápida de novas tecnologias. “Hoje, as empresas e os clientes esperam que as soluções tenham lançamentos rápidos e capazes de se adaptar ao longo do tempo, relata Mead. “A TI precisa adotar novas tecnologias, tendências e abordagens para avançar no ritmo esperado. É difícil cumprir o prazo e o orçamento. Os CIOs precisam gerenciar todos os projetos de TI de maneira a mitigar os riscos. Comece certificando-se de que os projetos estejam usando uma abordagem ágil moderna e coloque todas as atividades de alto risco no início do ciclo de vida do projeto. Dessa forma, se um projeto não for bem-sucedido, poderá falhar rapidamente e não em estágios posteriores.”

O Gartner aconselha dividir iniciativas em projetos distintos para reduzir riscos em toda a organização. “A divisão de testes de modelo de negócios em iniciativas discretas evita o potencial de interrupções catastróficas. As organizações de sucesso favorecem investimentos incrementais, o que ajuda a organização a aprender em escala”, de acordo com o relatório.

Enfrentando a lacuna de talentos

A falta de talentos em TI fará com que as organizações busquem soluções através da automação, diz John Ferron, CEO da Resolve Systems. “Essa falta de trabalhadores técnicos qualificados chega em um momento em que a complexidade da TI está aumentando exponencialmente e os volumes de dados estão explodindo – todos impulsionados por iniciativas de transformação digital sustentadas por departamentos de TI com equipes pequenas.

Os times de TI devem esperar um foco crescente na automação inteligente e nos AIOps para ajudá-los a produzir mais com menos esforço, automatizando tarefas e processos repetitivos.”

Desenvolvimento de novas habilidades

Para Inampudi, da Envoy Global, o desenvolvimento de novas habilidades é fundamental, mas é desafiador em um ambiente em que a tecnologia está evoluindo em um ritmo cada vez maior. “Criar uma cultura de aprendizado e desenvolvimento é provavelmente um dos tópicos mais importantes para os CIOs todos os anos. Quando todos sentimos que estamos aprendendo e sendo desafiados no trabalho, a retenção melhora”, diz Inampudi.

“Minha preocupação sempre será se estamos excedendo as expectativas elevadas dos nossos clientes.”

Problemas com a nuvem

Estratégias de primeira migração para a nuvem podem levar a problemas que obrigam o recuo das empresas. “É um erro não forçado”, argumenta Adrian Moir, líder em tecnologia da Quest Software. “À medida que mais e mais organizações começam a adotar a nuvem híbrida, veremos eventualmente uma tendência de repatriamento da nuvem, que é o que acontece quando as empresas não investem adequadamente na migração para a nuvem. De repente, as organizações estão percebendo que estão gastando significativamente mais do que o previsto.” Para Moir, as empresas devem analisar os dados e as cargas de trabalho que possuem antes de contemplar a migração para a nuvem, a fim de descobrir os custos e os possíveis impactos envolvidos.

Mudança cultural em um mundo digital

Geoff Webb, vice-presidente de estratégia da PROS, afirma que a transformação digital requer um compromisso contínuo que evolui ao longo do tempo. Além disso, é preciso investir na mudança de mentalidade, e não só depender de novas tecnologias.

“Os líderes de negócios precisarão entender que a transformação digital não termina, mas se torna parte de como os desafios são resolvidos”, observa Webb. “Especificamente, eles precisam entender como as empresas podem impulsionar o nível de alinhamento organizacional necessário para fornecer resultados significativos com rapidez suficiente para impactar os negócios. É fácil lançar novas tecnologias em cima de um problema, mas a mudança profunda que precisa ocorrer exige um nível de suporte cultural e organizacional que pode ser desafiador para ser impulsionado e mantido a longo prazo.”

Matéria: CIO

Tecnologia, proteção de dados e a LGPD: como manter seu negócio sempre seguro?

Bilhões de pessoas estão conectadas à internet gerando dados de forma independente. Somado a esse universo, temos as empresas criando e coletando informações de diferentes fontes para operar seus negócios. Estamos na era do Data Driven e nenhuma empresa, seja ela pequena, média ou grande, pode deixar de lado essa evolução. A informação se tornou o petróleo das organizações.

Processos são digitalizados, dados e históricos são cruzados. Todas as empresas passaram a ser gerenciadas por meio de seus dados e, portanto, a tecnologia, que é essencial para qualquer negócio se manter competitivo, vira a protagonista das operações. Mas, e quando esse mar de informação começa a ser exposto a riscos? Ataques cibernéticos bloqueiam os sistemas das empresas, roubam seus dados e, nessa seara, se perde receita, clientes e oportunidades de negócios. Somente no ano passado, segundo a Ponemon Institute, 67% das empresas pequenas e médias sofreram algum tipo de ataque virtual e, quando eles acontecem, dados pessoais de clientes são expostos.

Somada à preocupação com o vazamento das informações, agora esse alerta se soma à preocupação com a entrada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. Com ela, virão autuações e multas que podem fragilizar por completo uma empresa. E quando apontamos para essa questão, vemos que há um grande problema no despreparo das empresas em relação à perda de dados e falta de pessoas com conhecimento para criar barreiras de proteção contra os ataques.

No que tange às pequenas e médias empresas, muitas vezes essas operações não têm um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção. Neste caso, e principalmente agora com a entrada da LGPD, o caminho é buscar especialistas no mercado para a criação de um plano de proteção da TI.

Esta preocupação também pode beneficiar as empresas na operação, não apenas na redução de custos e perda financeira a partir de uma gestão de riscos. É possível melhorar a reputação no mercado, ganhar produtividade e disponibilidade dos sistemas, reduzir as vulnerabilidades e ainda alcançar uma redução média de 70% dos incidentes relacionados à Tecnologia da Informação. Mais do que se prevenir, a atenção e o cuidado com sua TI pode apoiar na evolução de seu negócio.

*Claudio Emanuel de Menezes é CEO da Disoft

Matéria: Estadão

Cinco maneiras de as fintechs ajudarem bancos e cooperativas de crédito

O setor bancário precisa ir além da visão de as fintechs serem concorrentes e precisa abraçar a oportunidade de levar soluções destas startups a um consumidor cada vez mais digital. A colaboração pode aumentar as receitas, gerar novos negócios e melhorar a experiência do consumidor.

Continua a haver conversas que circulam na imprensa do setor sobre como “A Revolução das Fintechs” é o prelúdio da morte das instituições financeiras tradicionais. Certamente, é um tópico instigante e definitivamente uma isca quando se adiciona palavras como “millennials”, “Gen Z”, “mobile banking” e “IA” (inteligência artificial).

Mas a realidade é que grandes bancos e cooperativas de crédito entendem que todos esses novos desafios não são tanto ameaças quanto são oportunidades. Essas instituições financeiras também percebem que não é o tamanho que importa, mas a vontade de vencer – você não precisa ser um grande player para entrar na onda da tecnologia financeira.

Na verdade, jogadores menores podem ser mais ágeis na adoção de algumas das novas tecnologias, porque sua infraestrutura é menor e eles podem implementar novos protocolos muito mais rapidamente do que grandes instituições. Além disso, de bancos regionais a cooperativas de crédito locais podem trabalhar com os principais provedores que podem agrupar um pacote de vários produtos de tecnologia financeira que melhor atendam a eles e a seus clientes. Muitas vezes, os participantes maiores constroem sistemas proprietários que não possuem a dinâmica e ativos de curadoria dos principais provedores.

Cinco benefícios das fintechs para o setor bancário

A questão é que há uma enorme quantidade de benefícios que as fintechs podem fornecer às instituições financeiras. Este não é um jogo de soma zero, onde um tem que ganhar e o outro tem que perder.

Ao combinar estabilidade, variedade de produtos, conhecimento do cliente e a solidez financeira dos bancos tradicionais e das cooperativas de crédito com o enriquecimento de dados, a experiência do usuário e as plataformas modernas que as fintechs de excelência estão aptas a oferecer, podem tanto construir uma experiência incrivelmente recompensadora para ambos como para seus clientes.

As cinco principais razões pelas quais a combinação das soluções das fintechs com organizações bancárias legadas trazem uma sinergia vencedora para o futuro:

  1. As fintechs melhoram a saúde das instituições financeiras tradicionais ao ampliar o desempenho e melhorar a lucratividade. Quando bancos e cooperativas de crédito veem as fintechs como parceiras nessa jornada, em vez de empresas que vendem produtos, as oportunidades começam a se expandir.
  2. As soluções de fintechs proveem uma maneira de as instituições financeiras legadas melhorarem a retenção e a preferência do cliente. O enriquecimento de dados é uma ferramenta extremamente poderosa que as fintechs de ponta trazem para o jogo.
  3. As fintechs dão oportunidade para aumentar a diversificação da carteira de empréstimos. Quando se tem a capacidade de se tornar mais granular com cada cliente, é mais provável que você encontre (e ofereça) a eles os produtos exatos de que precisam e quando precisam.
  4. Parcerias com fintechs podem ajudar a resolver pontos complicados específicos do setor, como assegurar o processamento do cartão de crédito, transferir dinheiro e processar empréstimos rapidamente. Com uma forte parceria com as fintechs, as organizações financeiras tradicionais se beneficiam com a alavancagem de uma rede segura e de última geração que pode gerenciar tarefas demoradas e lentas de maneira rápida e sem esforço.
  5. Os dados das fintechs podem prover às instituições financeiras uma visão mais acurada sobre o que seus clientes estão fazendo com seu dinheiro. Isso novamente fala sobre o poder do enriquecimento de dados que as parcerias com as fintech podem oferecer. Além disso, o poder da nuvem que as fintechs de ponta cultivaram é outra ferramenta para a entrega de produtos e serviços especificamente personalizados a cada cliente em tempo real.
    Fintech: amigo ou adversário?

Fintechs não são inimigas das instituições de serviços financeiros tradicionais. Ao contrário. Fintechs que realmente querem se construir no tecido do espaço financeiro precisam se tornar facilitadores, não concorrentes. Como parceiros de tecnologia, não competidores.

Tanto bancos tradicionais quanto cooperativas de crédito e as novas fintechs estão empenhados em oferecer ao consumidor a experiência bancária da próxima geração, para que essas parcerias possam construir uma experiência ainda melhor para o cliente do que qualquer organização pode fornecer sozinha. Não se trata de roubar market share … é construir um novo paradigma para todos.

Fintech View discute esse “duelo”

O Fintech View 2019, organizado pela Cantarino Brasileiro em parceria com o FintechLab, que acontece em 08 de outubro, no Cinesala: R. Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros, São Paulo – SP, discute as mais recentes tendências sobre a transformação que as fintechs promovem no mercado financeiro. Fintechs e bancos digitais propõem novos modelos de negócio e otimizam a experiência dos usuários, mas eles são parceiros ou concorrentes? Como as fintechs podem auxiliar a retomada do crescimento econômico? Estes e outros debates terão lugar durante o evento que ainda traz especialistas e profissionais especializados para falar sobre as mais novas tecnologias, oportunidades de negócio, apresentar cases de sucesso. Mais informações e inscrição estão no link: http://fintechview.com.br/

Fonte: The Financial Brand
Matéria: Cantarino Brasileiro

Tradução e adaptação: Edilma Rodrigues

10 erros de automação de TI que devem ser evitados

Do RPA ao DevOps, a vantagem da automação é uma venda fácil. Mas, na prática, a automação pode ser complicada se não for abordada corretamente

Do ponto de vista prático, é difícil argumentar contra a automação. As empresas podem obter todo tipo de eficiência, economizar tempo e dinheiro, melhorar a qualidade e, por fim, aumentar seus resultados financeiros, automatizando processos que já foram manipulados manualmente.

Mas a automação também pode ser problemática, especialmente quando as empresas implantam tecnologias mais recentes, como a automação robótica de processos (RPA) para processos de negócios. Outros esforços de automação, incluindo aqueles relacionados à DevOps, automação de nuvem e gerenciamento de serviços de TI (ITSM) e help desks não estão isentos de desafios.
Se feita corretamente, a automação pode cumprir sua promessa de maneira grandiosa. A chave é saber quais erros de automação de TI devem ser evitados. Aqui estão alguns exemplos de erros que podem dificultar os esforços de automação.

Falha ao definir uma estratégia de automação pode parecer contra-intuitivo
precisar de uma estratégia para automação. Por que não apenas implementar a automação onde pareça fazer sentido, já que a automação é inerentemente boa para os negócios?

No entanto, como acontece com qualquer outra iniciativa importante relacionada à TI, é necessário que haja um plano mestre para o uso da automação – uma estratégia abrangente e claramente definida que impede que as coisas saiam de controle devido à falta de previsão.

“Implementar a automação sem uma estratégia delineada e os objetivos estabelecidos é como fazer uma viagem sem um mapa ou GPS. Você não sabe para onde vai terminar”, diz Anant Adya, vice-presidente sênior e chefe de negócios de serviços de nuvem, infraestrutura e segurança da Infosys, empresa de consultoria e serviços de TI.

“Em vez de embarcar em um processo grande e na automação do ciclo de vida de ponta a ponta, identifique oportunidades de automação em processos menores, áreas operacionais e atividades repetitivas”, diz Adya.

Falta de um forte plano de negócios Antes de investir em tecnologia de automação, tenha total compreensão de quais serão os custos totais de produtos e serviços – e quais serão os benefícios para os negócios – para calcular um retorno preciso sobre o investimento (ROI).

“Você precisa entender qual será o seu benefício real com o tempo”, diz Joe Schuler, vice-presidente de operações de rede da fornecedora de serviços financeiros Mastercard. “Tenha cuidado para não gastar muito tempo automatizando brownfield (campo marrom, em português) e, em vez disso, desenvolva uma estratégia para onde você planeja fazer o brownfield. A automação de tecnologias antigas pode se tornar um buraco negro para o consumo de recursos. Não deixe isso engolir seu esforço geral”.
Muitas vezes, as empresas calculam o ROI antes de fazer investimentos em ferramentas e tecnologias, diz Adya, e isso pode levar a resultados decepcionantes.

“Às vezes, não ter implementações e ferramentas prontas para uso, [e] ter tecnologias que exigem grandes personalizações, pode acabar com o ROI”, diz Adya. “É fácil exagerar na compra de [tecnologia] também, especialmente porque há uma infinidade de ferramentas no mercado e cada uma tem uma proposta única de venda”.

As organizações devem considerar ferramentas de automação baseadas em tecnologias de código aberto e fáceis de implementar, configurar e suportar, diz Adya. “Além disso, garanta que as soluções escolhidas possam se integrar às ferramentas nativas”, diz ele.

Automatização cedo demais muitos processos de negócios podem ser potencialmente automatizados, mas isso não significa que faça sentido implantar várias ferramentas de automação de uma só vez em toda a empresa.

Uma abordagem “big bang” não é melhor para automação de TI, diz Schuler. “Embora eu ache que você precise construir uma massa crítica e obter algumas conquistas, não pode alterar radicalmente a face da sua organização”, diz ele. “É importante conseguir alguns adeptos iniciais e, em seguida, mostrar seus sucessos. Isso vai criar impulso, especialmente entre os pessimistas”.

A Mastercard tentou implementar uma plataforma de automação de banco de dados como padrão e obteve alguns sucessos com casos de uso específicos. Mas para outros, não fazia sentido. “Acho que a lição importante é fornecer essas ferramentas e histórias que mostraram a redução do tempo de implementação de 16 para 4 horas, permitindo que as equipes vejam o sucesso e adotem as novas ferramentas” em seus próprios termos, diz Schuler.

Precipitação com o RPA Tem havido muito hype relacionado ao RPA e, embora os benefícios possam ser substanciais para automatizar muitos processos, as organizações não devem se apressar nas implantações sem fazer o dever de casa.

“Eles tornam essas ferramentas fáceis de implementar e isso pode causar muitas dores de cabeça”, diz Bob Moore, vice-presidente executivo de entrega da empresa de consultoria em tecnologia SPR. “Você deve primeiro entender completamente o processo que o software RPA irá executar. Os principais itens a serem considerados ao projetar o processo de RPA são a necessidade de tomada de decisões em tempo real e a integração da API [Interface de Programação de Aplicação]”.

As ferramentas de RPA podem ser poderosas quando implantadas corretamente, diz Moore. Mas, inversamente, podem ser extremamente frustrantes e caras de implementar quando os processos não são completamente definidos.

“Falei com clientes que estão pensando em usar aprendizado de máquina para tomar decisões dentro do processo de RPA”, diz Moore. “Para poder fazer isso, você realmente precisa entender os dados que você tem atualmente, e como ele poderia ser usado para tomar uma decisão em particular”. A primeira pergunta a ser feita em um cenário como este é se a organização tem os dados necessários para tomar essa decisão.

Usar o RPA da maneira errada juntamente com a pressa no RPA, as organizações podem ser facilmente influenciadas para usar a tecnologia em áreas que não são as mais apropriadas – como para esforços de conformidade normativa.

“Não busque primeiro os processos de negócio [relacionados à conformidade]”, afirma Michael Cantor, CIO da Park Place Technologies, fornecedor de serviços e suporte de manutenção de terceiros. “A mesma necessidade de controles existe, mesmo que o processo tenha sido automatizado com uma ferramenta RPA”.

É melhor trabalhar primeiro com os processos internos para ganhar alguma experiência, diz Cantor, e depois considerar como implementar o RPA com os controles esperados, e como alinhar esses controles com uma empresa de auditoria.

Acreditar que a automação significa que qualquer um pode fazer isso bem além disso, não coloque pessoas sem experiência na automação de ferramentas do RPA. “Assim como qualquer outra tecnologia sensacionalista, existe a mesma história de que ‘qualquer usuário empresarial’ pode automatizar um processo”, diz Cantor. “Isso tem um longo histórico de falha que remonta às ferramentas 4GL e aos mecanismos de regras. Uma implementação do RPA precisa do mesmo teste e controle de produção que qualquer outra automação de TI”.

No passado, Cantor viu usuários de negócios automatizarem algumas de suas tarefas. “Infelizmente, nesses casos, eles procederam para fazer suas modificações na produção sem testes de garantia de qualidade, supondo que compreendessem todas as ramificações de sua automação”, diz ele. “Isso resultou em faturas danificadas que tiveram que ser reparadas manualmente, pois os usuários também não registraram adequadamente suas ações de forma que pudéssemos descobrir o que foi modificado pela ferramenta RPA e o que não foi”.

É importante continuar a estabelecer o plano de negócios para usar o RPA e os benefícios desse resultado, diz Cantor. “Como acontece com qualquer outro projeto de TI, é necessária uma medição de resultados após a entrada em operação para justificar os gastos e destacar o valor que a TI está gerando com a implementação”, diz ele.

Precipitar-se com o DevOps A adoção do DevOps para melhorar os ambientes de desenvolvimento e acelerar os processos também ganhou força nos últimos anos. Mas as organizações devem resistir à tentação de adotá-lo rapidamente.

“Se prepare e prepare a sua equipe. O DevOps não acontece da noite para o dia”, diz Moore. “As pessoas usam o termo DevOps para infraestrutura como código e para processos de desenvolvimento de software. Isso pode ser um ponto de confusão, pois nem sempre acontecem juntos”.

Com os processos de DevOps atuais, é extremamente fácil criar novas ramificações em código ou ambientes na nuvem, diz Moore. “A menos que você tenha um controle ou processo específico para criar filiais, haverá muitas bases de código diferentes em seu repositório e potencialmente muitos ambientes órfãos”, diz ele.

Tente selecionar ferramentas apropriadas antes que elas entrem no seu ambiente. “Já vi clientes no passado que tiveram ferramentas diferentes para equipes diferentes”, diz Moore. “Como você pode imaginar, foi extremamente difícil controlar e padronizar”.

Ignorar os usuários finais E se um processo estiver funcionando bem e não precisar ser automatizado? Mudar as coisas automatizando algo apenas por causa da automação pode sair pela culatra.

Antes de automatizar qualquer coisa, considere qual será o impacto sobre as pessoas mais afetadas por essa mudança: os responsáveis pela execução dos processos considerados para automação.

“Com muita frequência, os CIOs automatizam um processo que não deveria ser a prioridade”, diz Adya. “Converse com sua equipe e avalie quais processos são os principais pontos problemáticos para eles. Certifique-se de que as iniciativas de automação tenham um impacto significativo [e positivo] na experiência, na eficiência operacional e, claro, no custo”.

Incapacidade de escalar A automação de um processo específico ou dentro de um departamento vai bem. Mas às vezes, as empresas deixam de expandir o esforço além do ponto de partida, porque não estavam pensando em termos de escalabilidade.

“A maior oportunidade perdida na automação que estou vendo é a falta de escala; por exemplo, a automação sendo usada principalmente para o gerenciamento de serviços de TI ou para consultas de atendimento ao cliente”, diz Bhaskar Ghosh, CEO do grupo na consultoria e empresa de serviços de TI Accenture Technology Services.

Enquanto as organizações vêm investindo em automação há anos, a maioria dessas implementações tem sido em “bolsos” e não em toda a empresa, diz Ghosh. “Isso resulta em atrito entre processos que podem diminuir a velocidade das operações”, diz ele.

“A chave é a adoção de automação em toda a empresa. Isso permite que os profissionais de TI façam mais com tecnologia, empreendendo soluções complexas e criativas de problemas, e alcançando maior velocidade e escala para os negócios”.

Centrado apenas na tecnologia O princípio de “pessoas, processos e tecnologia”, comumente citado em apresentações comerciais e acadêmicas, também se aplica à automação.

“A automação vai além de uma tecnologia”, diz Ghosh. “Adotar uma abordagem orientada para a tecnologia deixará de lado elementos-chave para o sucesso”. Projetar e implementar uma abordagem abrangente de automação também precisa levar em conta pessoas e processos.

O processo envolve medir a maturidade de uma organização em ferramentas, cultura, automação e talento, e constrói benchmarks para medição, diz Ghosh. E trabalhar com as pessoas dentro de uma organização é crucial para construir a cultura de automação correta, identificar novas funções de automação e equipar as pessoas com as habilidades e os conhecimentos relevantes para trabalharem com a automação.

“Finalmente, embora a implementação da tecnologia possa parecer direta, a automação em escala requer uma plataforma que possa reunir dados, tecnologia e ativos da indústria, além de fornecer uma visão de 360 graus do status e da governança em todos os projetos de automação. Já estamos entrincheirados na era da automação inteligente, e as empresas que não acelerarem sua adoção ficarão para trás”, diz ele.
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Artigo da revista CIO de TI
Fonte: Bob Violino, da CIO (EUA)

5 dicas de segurança de TI para empresas

Você sabia?

A cada dia surgem 45 novos vírus diferentes


Em média a cada 200 e-mails 2 estão infectados


Isso gera 50 milhões de ataques de Phishing (18% no Brasil / 100 mil casos por dia – Fonte o Globo

 

A internet e o e-mail corporativo são ferramentas indispensáveis no local de trabalho, utilizadas tanto para arquivar documentos como para interagir com seus clientes, fornecedores ou colaboradores. Porém com tanta informação valiosa exposta na rede, alguns cuidados devem ser tomados em relação a exposição a riscos, comunicações equivocadas, e violações da segurança.

1- Não acessar links desconhecidos


Principalmente em e-mails, sites e apps de conversa como WhatsApp ou Facebook pode existir um conteúdo que tenha a presença de algum link ou arquivo de Download com caráter malicioso. A melhor dica é se prevenir e não acessar links de pessoas ou fontes desconhecidas, se você já tiver instalado o arquivo e suspeitar de algo na sua conta, peça apoio para sua equipe de TI porquê você pode estar fornecendo acesso a sua conta com informações valiosas sem estar ciente disso.

2- Não enviar dados pessoais por e-mail


Se um hacker obter acesso a sua conta de e-mail seja corporativo ou pessoal ele vai ter o mesmo acesso que você, a todos os e-mails que já foram enviados ou recebidos naquela conta. Por isso é importante que você tente ao máximo não enviar seus dados pessoais como senha da sua conta bancária ou informações como endereço e dados importantes que podem ser usados contra você.

3- Entrar somente em Sites Seguros

É normal quando alguém está usando algum tipo de buscador como Google ser encaminhado para sites desconhecidos de compras, assistir um vídeo ou para alguma promoção que parece ser boa demais para ser verdade. Porém esses redirecionamentos são usados como estratégia de roubo de informação. Nesses casos tente evitar cadastrar seus e-mails corporativos em listas de sites desconhecidos e não relacionado ao negócio da empresa.

4- Ter cuidado com Downloads


Downloads são um dos principais caminhos de entrada de vírus. As vezes quando o usuário está procurando um programa específico, o site pode dar a entender que o download será feito por um link que, na verdade, traz um vírus dentro daquele acesso. Não faça downloads de softwares e arquivos desconhecidos sem apoio da sua equipe de TI.

5 Arquivos “.exe” e “.scr”


Um truque simples, para verificar se o link contém vírus é passar o mouse sobre ele (sem clicar) e verificar – no canto inferior esquerdo a barra de status do navegador – qual o local que você será encaminhado se clicar nele. Caso se trate de um “.exe” quer dizer que é um executável, ou seja, um programa, provavelmente, e não site.

 

Se você gostou dessas 5 dicas de Segurança de TI Para Empresas e quer mais conteúdo sobre Tecnologia da Informação, clique aqui para conhecer 5 dicas de Gestão Estratégica de TI.

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5 dicas de Gestão Estratégica de TI para sua empresa

É muito comum em uma empresa que os técnicos de TI sejam apenas lembrados como “ a pessoa que arruma os computadores”, quando o computador apresenta algum tipo de problema, seja no sistema interno ao dar erro em login de algum colaborador ou no e-mail corporativo por exemplo, seja na conexão com a internet ou no bloqueio ao acesso de um site. Porém quando isso acontece a tecnologia da informação é colocada em segundo plano quando deveria na verdade, ter um papel essencial para funcionamento da empresa, já que hoje praticamente tudo depende de uma área de tecnologia ativa integrada a uma visão estratégica.

Por isso atualmente cada vez mais é necessário que os líderes e gestores tenham uma visão integrada e estratégica da área de TI da sua empresa.

 

 Veja 5 dicas para que os investimentos em TI sejam melhores direcionados.

 

1- Plano Diretor de TI

É importante que haja um mapeamento e a documentação dos processos e da sua estrutura de TI para suportar o seu negócio e que analise o retorno de investimento da sua área de tecnologia. Dessa forma, é possível ter uma previsão futura das melhores ações, sendo possível fazer um planejamento, por exemplo, ao investir em um servidor novo, sem que surja um gasto inesperado e que não estava previsto no orçamento.

 

2- Planejamento Estratégico de Projetos

Ao invés de listar todos os projetos a serem realizados, é necessário separá-los utilizando uma metodologia de priorização, ou seja, colocando pesos em cada um deles. Isso porque cada projeto precisa ter um critério diferente para uma tomada de decisão que pode variar de acordo com o objetivo, a relevância e urgência deles. Tendo isso organizado, você poderá visualizar qual o projeto que lhe dará melhor retorno de investimento a curto, médio ou longo prazo.

 

3- Análise de Vulnerabilidade de Risco do seu ambiente

A segurança de seus dados e sistema é algo sempre recorrente quando o assunto é tecnologia, já que o número de vírus é cada vez crescente e, em muitas empresas, é comum que os funcionários utilizem equipamentos pessoais, conectando-os a sua rede. Tudo isso deixa o sistema com maior a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e roubo de informações, portanto, é muito importante estar atento aos riscos e investir na proteção e seguridade dos seus aparelhos.

 

4- Gestão de Ativos e Monitoramento do Ambiente

É fundamental que se faça um registro das suas demandas e um catálogo de serviços orientado às necessidades do seu negócio, para que se possa ter uma noção mais clara dos seus investimentos, do seu tempo para desenvolver os projetos desejados. Além disso, é possível ver onde estão seus problemas e resolvê-los. Assim, seria determinante que a equipe analise mensalmente indicadores para avaliar como está a sua área tecnológica.

 

5- Sistemas de Chamado adequados

Conhecido como IT Compliance, é a estrutura de atendimento da empresa precisa estar alinhada à identidade do negócio. Nesse ponto, é necessário se adequar em termos de equipamento, treinamento ou capacitação interna do usuário para melhor comunicação entre a equipe e os profissionais da tecnologia da informação. Isso dará a você a possibilidade de sair da incerteza e analisar os indicadores com mais convicção, agilizando seus projetos.

 

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