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Tecnologia, proteção de dados e a LGPD: como manter seu negócio sempre seguro?

Bilhões de pessoas estão conectadas à internet gerando dados de forma independente. Somado a esse universo, temos as empresas criando e coletando informações de diferentes fontes para operar seus negócios. Estamos na era do Data Driven e nenhuma empresa, seja ela pequena, média ou grande, pode deixar de lado essa evolução. A informação se tornou o petróleo das organizações.

Processos são digitalizados, dados e históricos são cruzados. Todas as empresas passaram a ser gerenciadas por meio de seus dados e, portanto, a tecnologia, que é essencial para qualquer negócio se manter competitivo, vira a protagonista das operações. Mas, e quando esse mar de informação começa a ser exposto a riscos? Ataques cibernéticos bloqueiam os sistemas das empresas, roubam seus dados e, nessa seara, se perde receita, clientes e oportunidades de negócios. Somente no ano passado, segundo a Ponemon Institute, 67% das empresas pequenas e médias sofreram algum tipo de ataque virtual e, quando eles acontecem, dados pessoais de clientes são expostos.

Somada à preocupação com o vazamento das informações, agora esse alerta se soma à preocupação com a entrada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. Com ela, virão autuações e multas que podem fragilizar por completo uma empresa. E quando apontamos para essa questão, vemos que há um grande problema no despreparo das empresas em relação à perda de dados e falta de pessoas com conhecimento para criar barreiras de proteção contra os ataques.

No que tange às pequenas e médias empresas, muitas vezes essas operações não têm um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção. Neste caso, e principalmente agora com a entrada da LGPD, o caminho é buscar especialistas no mercado para a criação de um plano de proteção da TI.

Esta preocupação também pode beneficiar as empresas na operação, não apenas na redução de custos e perda financeira a partir de uma gestão de riscos. É possível melhorar a reputação no mercado, ganhar produtividade e disponibilidade dos sistemas, reduzir as vulnerabilidades e ainda alcançar uma redução média de 70% dos incidentes relacionados à Tecnologia da Informação. Mais do que se prevenir, a atenção e o cuidado com sua TI pode apoiar na evolução de seu negócio.

*Claudio Emanuel de Menezes é CEO da Disoft

Matéria: Estadão

Disoft traz para o Brasil plataforma Openbravo, solução open source de ERP

O diferencial da nova solução é sua possibilidade de construção personalizada de acordo com as necessidades do negócio, setor e aplicativos de mercado

Disoft, companhia especializada em Tecnologia da Informação colaborativa e compartilhada, anunciou que irá disponibilizar no país a plataforma espanhola Openbravo, líder mundial em gestão corporativa Open Source.

Criada em 2001, a plataforma é uma solução criada na Espanha que já ganhou por diversas vezes prêmios como o melhor software de código aberto da categoria. O serviço está presente em mais de 60 países e atende desde empresas de médio porte a organizações de grande escala.

Estrutura da plataforma

De acordo com o comunicado, o sistema que foi localizado para o Brasil é composto por quatro camadas. A primeira, denominada genérica, é capaz de integrar os dados provenientes das áreas corporativas, ou seja, o famoso backoffice, que envolve contas a pagar e a receber, compras, contabilidade, fiscal, faturamento, orçamento, projetos, contratos e demais funcionalidades que são padrão a todos softwares de gestão.

Na sequência, vêm as camadas diferenciais do Segmento, na qual são imputadas características de um tipo específico de negócio, como indústria, logística e distribuição, entre outras. Já na camada Aplicativos, a próxima na estrutura, é possível conectar aplicações de mercado que façam sentido para o negócio da empresa num determinado momento.

Por fim, a solução disponibiliza a camada de Especificidades, cujo foco é implementar projetos específicos para cada cliente, incluindo os seus diferenciais de negócio. Aqui, podem ser consideradas tecnologias de Inteligência Artificial, Machine Learning, Business Intelligence, entre outras.

‘Leva-se muito tempo e investimento para desenvolver um ERP internamente de acordo com as necessidades de negócio da empresa. Já os sistemas tradicionais de mercado não têm esse aspecto de modelagem, já que crescem indefinidamente, sem estruturar as informações em camadas e, por isso estão se tornando obsoletos. Diante deste cenário, a adesão de uma plataforma open source é o caminho para uma gestão corporativa ágil, conectada, eficiente e disruptiva’, explica Claudio Emanuel de Menezes, CEO da Disoft.

Author: Mônica Wanderley

Link da Matéria: Computer World