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Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Quando falamos de relação de parceria, queremos falar dos papéis de quem fornece e de quem compra. Por que a palavra parceria, então? Porque hoje em dia não há nenhum desafio fácil, todas as empresas estão sendo pressionadas para entregar algo cada vez melhor, cada vez mais barato, sem erros e, de preferência, com alguma experiência incrível pelo cliente. Muita coisa, não é?

Para desafios grandes, em que muitas coisas são desconhecidas, é difícil que qualquer empresa tenha todas as respostas. Mais do que nunca elas precisam de alguém que seja muito mais do que o fornecedor de algo: ela precisa de um parceiro verdadeiro que esteja presente nas alegrias e tristezas desse caminhar. Nesse caminhar desconhecido, ambas as partes, fornecedor e cliente, irão errar. Então espera-se que primeiro se resolva a questão – que também pode incluir o cliente do cliente – e, depois, de forma honesta e construtiva, procurem-se as causas dos erros.

São nesses momentos que o fato de estar junto, numa co-construção da solução, é que a palavra “parceiro” cai muito bem. Trata-se quase que um casamento, onde dois pilares fundamentais devem estar em jogo: valores comuns e visão de futuro compartilhada. Portanto, uma parceria entre fornecedor e cliente pressupõe o compartilhamento de estratégias, visões e valores explícitos e verdadeiros entre essas duas partes.

Agora, num momento de trabalho remoto – quando é mais difícil não errar, quando a confiança deve estar previamente estabelecida, quando as incógnitas são maiores e quando a velocidade é um fator decisivo –, como não considerar o seu fornecedor um verdadeiro parceiro? É disso que essa relação se trata, acreditando ou não.

Nós da Disoft acreditamos nisso e temos atuado dessa forma nos últimos anos, sempre buscando a alocação de responsabilidades primeiro e, depois, acompanhando e trabalhando as ocorrências, mantendo um olhar de parceiro ao lado de nossos clientes. Tanto que, nesta atual crise, tivemos um processo muito fácil e transparente de adequação com nossos clientes.

Na área de Serviços estivemos totalmente disponíveis desde o começo, 24 horas por dia, apoiando nossos clientes a implantar o trabalho remoto da forma mais rápida possível. Já na área de Soluções, como o ERP Openbravo foi um dos primeiros ERP’s já nascidos na nuvem, desde sempre esteve disponível remotamente para garantir suas funcionalidades – neste momento só ficamos atentos para que os processos dos clientes funcionassem sem quebra de fluxo e para que suas receitas não fossem afetadas.

Crises sempre existirão, umas mais fortes do que outras. Mas a atitude de estar presente, mesmo sem saber o que teremos adiante, é fundamental. Não é fácil, mas acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar e que parcerias verdadeiras serão cada vez mais necessárias para lidar com as imprevisibilidades dos novos tempos.