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Home Office e Cibersegurança: 7 dicas para evitar maiores riscos

Enquanto vivemos esse momento sem precedentes em uma sociedade altamente conectada, muitas empresas podem estar enfrentando uma série de dificuldades e receios em relação à prática do Home Office. Isso porque, com cada um trabalhando de suas próprias casas, a segurança de dados e de qualquer estrutura de TI pode acabar ficando mais vulnerável pela falta de conhecimento dos colaboradores de cada negócio.

Os perigos são diversos, de ataques de phishing e spam a conexões inseguras de Wi-Fi. Um distraído clique em algum link inesperadamente malicioso, por exemplo, pode levar à exposição de dados de grande importância para as empresas, e até o uso de diferentes serviços online sem o conhecimento do departamento de TI pode ser prejudicial, já que estariam fora do controle de quem entende de todas as medidas necessárias para evitar maiores riscos.

Diante dessas possíveis problemáticas, separamos algumas dicas para colocar a cibersegurança sempre em primeiro lugar no que se refere ao trabalho remoto que todos temos vivido hoje em dia. Confira:

  1. Tenha em mente que o acesso por meio de VPN é o mais indicado para as circunstâncias do Home Office;
  2. Use a criatividade para criar novas senhas ou mesmo redefinir antigas, além de nunca compartilhá-las de nenhuma forma;
  3. Certifique-se de o antivírus de seu computador está atualizado. Em caso de dúvidas, confirme com o departamento de TI;
  4. Evite sites de domínios duvidosos, como por exemplo: “www.dominio.corona.rw”;
  5. Tenha cuidado ao abrir e-mails de endereços desconhecidos e evite abrir anexos que desconhece a origem e/ou o conteúdo a ser apresentado;
  6. Evite cair em enganações: um e-mail oferecendo conteúdos gratuitos, por exemplo, pode ser apenas uma forma de conquistar seus dados pessoais;
  7. Não acesse torrents, cracks e outros compartilhamentos do tipo.

Em caso de quaisquer dúvidas ou necessidade de mais orientações, não hesite em entrar em contato conosco por meio de telefone, e-mail ou celular. Estamos à sua disposição para dar suporte e esclarecer novas dúvidas que possam surgir. Em suma: mesmo à distância, estamos com você. Conte conosco.

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Podemos confiar uns nos outros à distância?

Após as primeiras semanas de “home office”, período em que o senso de urgência se instalou, talvez seja hora de pensarmos de forma mais definitiva sobre com quem iremos trabalhar e confiar em longo prazo – tanto em relações cliente-fornecedor como entre líderes-liderados – e considerando que, a princípio, provavelmente não haverá nenhum contato social.

Parece que o conhecido teatro corporativo perdeu força e o que sobrou é, de fato, o comprometimento e capacidade de entrega de cada um. Afinal, não é plausível que uma empresa que prometa muitas coisas em seu site seja difícil de ser contatada. Ou que uma pessoa que quer um trabalho numa empresa não dê nenhum retorno a partir dos contatos oferecidos.

Então o que entrou em jogo, agora mais do que nunca, neste novo momento de pandemia? Será que agora não ficamos mais próximos da verdade do que antes, quando tínhamos toda uma estrutura corporativa para nos proteger? Se prometo algo no site de minha empresa e não dou retorno no tempo devido com a desculpa da distância ou se faço mil exigências ao prospect antes de ouvi-lo de verdade – defendendo o meu antes de me colocar à disposição –, estas são condutas que mostram bastante os valores de cada empresa. Podemos dizer então que, neste novo momento, valores da cultura corporativa estão bem mais expostos do que antes e a verdade sobre cada empresa tende a aparecer muito mais do que antes.

Se o que de fato vendemos não são produtos e serviços, mas sim a nossa cultura, este momento de relações à distância deverá colocar os valores de cada empresa à prova, pois estarão sendo exercidos em cada pequeno momento de contato remoto pelas diversas pessoas de cada empresa. E a única forma de ter uma empresa verdadeira é ter, mais do que nada, colaboradores íntegros.

Um mundo novo está se abrindo, novos aprendizados virão, e uma mudança estrutural também está ocorrendo por uma vida mais simples, com menos exageros e com relações mais sinceras e comprometidas entre empresas e pessoas.

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10 coisas que você já deveria ter parado de fazer ao navegar na internet

Você já prestou atenção em seus hábitos quando está online ou faz tudo no automático?

Provavelmente você ainda não usa a internet de forma segura, então vamos aproveitar que hoje é o Dia da Internet Segura e repassar algumas práticas que você deve abandonar imediatamente.

 

1. Não habilitar a autenticação de dois fatores

Um bom método para evitar problemas em aplicativos, sites e redes sociais, é ativar a autenticação de dois fatores. Esse método de segurança utiliza um segundo método de acesso além da senha tradicional —muitas vezes pode ser uma mensagem via SMS com um código ou, ainda, o uso de um aplicativo específico—, o que torna a vida dos hackers bem mais complicada.

 

2. Não trocar a senha do roteador

Imagine que seu roteador é uma espécie de portão pelo qual todos os seus dados de navegação passam. Não é preciso nem dizer o que aconteceria se alguém interceptasse esse fluxo de dados, não é mesmo? Boa parte desse problema —e também para evitar que vizinhos folgados usem o seu sinal de internet— pode ser resolvido trocando a senha de fábrica do seu roteador e fazendo um ou outro ajuste. Ah, outra boa dica: evite, sempre que possível, usar wi-fi de estabelecimentos com grande movimento de pessoas, como restaurantes e hotéis, uma vez que hackers podem usar essas conexões para, adivinhem só, roubar dados.

 

3. Deixar a câmera descoberta

Sabe o que Mark Zuckerberg e profissionais do FBI têm em comum quando o assunto é vida digital? Eles usam fitas adesivas para tapar as webcams integradas dos notebooks. Sim, pode parecer algo “tiozão da internet” ou ainda paranoia, mas não custa nada. Afinal, as câmeras desses aparelhos podem, sim, ser usadas para espionar quem os utiliza.

 

4. Não usar um bom antivírus

Seja no seu computador ou no smartphone, usar um antivírus é algo recomendável para quem quer garantir sua segurança digital. Nesse sentido, o melhor a se fazer é apostar nos produtos de empresas conhecidas.

 

5. Não escolher bem a senha

Você é do tipo que usa a mesma senha para tudo? E deixa eu adivinhar: essa senha geralmente envolve uma data de nascimento, seu nome ou algo do tipo? Pois esse hábito —compartilhado por 50% dos brasileiros — é um cenário dos sonhos para qualquer hacker. Afinal, basta roubar uma senha para que ele tenha acesso a uma dezena de contas.

Uma boa solução para isso é usar um aplicativo gerenciador de senha. Boa parte desses programas contam com um gerador de senhas, o que garante que você realmente escolha senhas fortes para sites e aplicativos, além de criptografia para guardar seus dados. O acesso ao seu conteúdo de senhas é feito, normalmente, usando uma senha que segue critérios bem específicos – e é só dela que você terá que lembrar.

 

6. Esquecer os controles parentais

Boa parte dos aparelhos possuem funcionalidades que permitem limitar o acesso a conteúdos tendo por base a classificação indicativa. Os chamados controles parentais estão presentes em smartphones, serviços de streaming e até videogames, mas poucos usam.
Esse sistema, no entanto, é apenas uma ferramenta para evitar que seus filhos tenham acesso a conteúdos que não são indicados para a idade deles. “Não há mágica, nem tecnologia mais avançada que possa substituir a mediação parental baseado na confiança mútua. Navegar juntos, debater a vida digital sem julgamento, aprender e construir limites juntos, estimular usos positivos e, ao mesmo tempo, apontar como lidar com as situações de riscos. Ferramentas de controle parental podem ajudar, mas sem confiança e diálogo não funcionam sozinhas”, explica Rodrigo Nejm, diretor de educação da Safernet Brasil.

 

7. Descuidar do ambiente ao redor

Você pode ter senhas fortes, usar conexões seguras e ser uma pessoa cuidadosa na sua vida digital, mas ainda assim acabar tendo seus dados roubados. Como é possível? É o bom e velho “bisbilhotar” e funciona de uma forma um tanto clássica: enquanto você utiliza celular ou computador, pode ter alguém observando à distância e tendo acesso a informações sigilosas. Isso vale também se você deixa a sua mesa do trabalho bagunçada ou, ainda, usa adesivos de recados para anotar senhas e outras informações relevantes.
O melhor a se fazer, neste caso, é checar o ambiente que você está e evitar ao máximo acessar aplicativos como os de bancos em locais públicos.

 

8. Desencanar de denunciar abusos

A internet é um ambiente público e isso significa que pequenas atitudes tomadas coletivamente podem evitar grandes problemas. Uma dessas atitudes é usar as ferramentas disponíveis para fazer denúncias.
“Nas redes sociais, nas plataformas de games e também de vídeos é possível denunciar abusos, violência ou contatos indesejados. Pais e filhos, inclusive, podem explorar juntos, simulando como e onde é possível denunciar. A Safernet recebe denúncias de direitos humanos em www.denuncie.org.br e também orienta pais e filhos no www.canaldeajuda.org.br”, aponta Nejm.

 

9. Clicar em links sem verificar o destino

Quem nunca recebeu aquele email que realmente parecia legítimo, mas trazia um link que te mandava para uma página bem nada a ver? Isso é bem comum e não termina bem: pode ser a entrada para vírus ou para que criminosos roubem dados.
A melhor forma de evitar esse tipo de situação é checar remetentes de emails e outros tipos de mensagem (como os SMS) e passar o mouse sobre o link para ver se a página de destino é a mesma que aparece escrita no link —é muito comum caracteres estranho serem colocados em links que simulam as páginas originais.Outra sugestão é evitar ao máximo clicar em links encurtados que são enviados em mensagens de SMS, por exemplo, uma vez que eles dificultam muito que você avalie previamente a página para qual será enviado.

 

10. Cair em “negócios da China”

Sabe aquela mensagem que você recebeu indicando uma promoção boa demais para ser verdade? A chance de ser algum golpe, nestes casos, é enorme. Geralmente esse tipo de crime é cometido com a distribuição de mensagens em larga escala, o que, apesar de tornar o golpe mais perceptível, aumenta as chances de “fisgar” algum desavisado.
Neste caso, além de ficar atento em relação a “negócios da China” de procedência duvidosa, o melhor a se fazer é informar.

 

Matéria: Rodrigo Lara – Colaboração para Tilt, em São Paulo

Link: UOL

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Recomendações e Curiosidades da Segurança na Internet

Tenha uma estrutura de TI adequada (know-how / equipamentos). Configure de maneira adequada os periféricos de TI (Firewalls, roteadores, Switches, servidores)…