Apenas 4,4% das empresas se adaptaram ao eSocial e o consideram complexo

A pesquisa da Fenacon mostra que 30% ainda estão na fase inicial de implantação

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O eSocial já é realidade para empregadores domésticos. A partir de 2018, a obrigatoriedade vai se estender para as empresas, que vão precisar informar dados dos trabalhadores mensalmente pelo sistema. Segundo especialistas, a plataforma digital vai facilitar a fiscalização das regras previdenciárias, trabalhistas e tributárias, reduzindo irregularidades. Mas não há sinal de comemoração. O programa ainda está em fase de testes e sofre resistência para a implementação no ambiente corporativo. Até janeiro do ano que vem, pelo menos 14 mil companhias devem estar prontas para o novo sistema. Mas só duas mil estão fazendo testes, segundo a própria Receita Federal.

Por enquanto, apenas 4,4% das companhias do país implementaram o eSocial e 42% nem sequer começaram o processo, segundo levantamento da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon). A expectativa dos administradores é de que o sistema não dê tantos problemas como ocorreu na implementação da plataforma para os empregadores domésticos. O eSocial foi duramente criticado diante das instabilidades e dificuldade de operacionalização.

Especialistas afirmam que, diante do histórico desfavorável, as empresas devem ficar atentas. A fase de testes serve para que as companhias se familiarizem com a plataforma e apontem os principais problemas. O sistema será implantado em duas etapas: a partir de 1º de janeiro de 2018, será exigido para empregadores e contribuintes com faturamento superior a R$ 78 milhões. No dia 1º de julho, a obrigatoriedade será estendida às demais empresas. O eSocial promete reduzir os custos e tempo da área contábil das empresas para executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Todos os dados deverão ser enviados pelo sistema.

“O eSocial é uma ferramenta revolucionária. Não existe nada parecido no mundo hoje, em termos de tecnologia. É algo totalmente inovador, porque nós estamos juntando toda a legislação tributária, previdenciária e trabalhista numa única escrituração. É uma única transmissão que é feita que vai congregar a 15 obrigações que a empresa tem hoje”, enalteceu Altemir Linhares, auditor-fiscal e assessor especial da Receita para o eSocial.

Competitividade

Segundo Linhares, a expectativa é que a plataforma proporcione não só redução de custos das empresas, mas também aumento da competitividade. “Melhorar o ambiente de negócios é o grande objetivo”, destacou Linhares. No início, o eSocial gera um custo de implementação, mas há a promessa de que, a médio e a longo prazos, os ganhos para as companhias sejam substancialmente maiores, porque o trabalho para gerenciar as informações diminui. Os patrões poderão diminuir os trabalhos com papéis e número de funcionários em funções organizacionais.

Apesar das vantagens, as empresas não parecem estar animadas com a plataforma. A pesquisa da Fenacon mostra que, das 1.332 empresas da pesquisa, 30% ainda estão na fase inicial de implantação. Ou seja, mais de 70%  não têm  noção do que vão enfrentar.

Hélio Donin Júnior, diretor de Educação e Cultura da Fenacon, disse que o número preocupante da baixa implementação está ligado ao histórico de dificuldades do eSocial. O prazo para as empresas se prepararem para o programa foi prorrogado algumas vezes, o que gerou, na visão dele, certo descrédito. “Existia novamente expectativa de que o período de preparação seria estendido. Agora perceberam que isso não ocorrerá. A fase de testes já começou e, agora, as empresas terão que correr um pouco”, disse. A previsão inicial era de que o funcionamento fosse em janeiro de 2014 para todo mundo.

Segundo Linhares, da Receita, as dificuldades enfrentadas por usuários do eSocial repetem o quadro que o país teve com a implementação de outras escriturações. “Em todas, a gente percebe dificuldade. Estamos monitorando a evolução. Acreditamos que será tranquilo. A parte do governo, da administração pública, vai estar pronta com certeza”, destacou Linhares.

Mas Donin Júnior espera problemas com o programa. “É provável que a plataforma dê algum transtorno ou outro, mas estão mexendo no sistema. Está na fase de testes e, por isso, as empresas precisam se preparar logo para arrumar qualquer defeito que comprometa o serviço”, afirmou.

Ao novo layout do eSocial já foram incorporadas todas as alterações provocadas pela reforma trabalhista. Ele estará à disposição das empresas para testes no início de novembro. Danilo Mey Carvalho, gerente tributário da Consulcamp, afirmou que faltam ajustes sistêmicos. Segundo ele, a plataforma é complexa e deve trazer dificuldades no início da implantação.

“Num primeiro momento, há aquele susto, mas as empresas começam a se adaptar. A tendência é ter facilidade na geração de informações e menor possibilidade de perda de dados. Mas o que deixa as empresas alarmadas é a falta de um sistema interno apto para gerar informações necessárias”, afirma Carvalho. Segundo ele, o processo para adaptação pode demorar anos, já que o governo deve fazer atualizações.

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Sem ter a quem recorrer

Segundo especialistas, apesar de as plataformas para pessoa jurídica e para pessoa física do eSocial serem diferentes, o ambiente de troca de informações é o mesmo. As empresas terão um programa com uma estrutura de comunicação mais completa e detalhada, mas os problemas que ocorreram no início da implementação do eSocial para empregadores domésticos tendem a se repetir.

Ainda hoje há quem reclame da plataforma. A administradora Heloisa Falkenbach, 54 anos, demitiu a funcionária que trabalhava na sua casa. Ela tentou durante dois meses fazer uma simulação de quanto iria gastar com o desligamento, mas o sistema apresentava erro. “Eu tentei corrigir o problema de tudo quanto é jeito, com o Ministério da Fazenda, Ministério do Trabalho e INSS. Ninguém conseguia resolver o meu problema”, afirmou. Ela só pôde terminar o processo quando fez a reclamação na ouvidoria da Receita Federal.

A maior queixa é da falta de um atendimento ágil para resolver dificuldades dos usuários. “Ocorreu um problema técnico no meu sistema. Só que, como vários órgãos são responsáveis pelo eSocial, a pessoa que utiliza a plataforma não sabe como e com quem resolver. Jogam você de um para o outro. Fiquei dois meses em aberto com o eSocial”, reclamou Heloisa.

O advogado Marcos Antonio Assumpção Cabello, 51 anos, também “quebrou a cabeça” com o programa. Era o último dia do mês quando foi gerar a guia para fazer os pagamentos, mas o sistema ficou inoperante por mais de uma hora. “O eSocial não é um sistema maleável. É muito preso às datas. Não é possível programar férias para um dia específico futuro, por exemplo. Tem que realizar o procedimento só no dia”, reclamou.

Cabello reclamou também que a plataforma é complexa para pessoas que não têm costume com ferramentas eletrônicas. Segundo ele, é necessário que o sistema seja aprimorado para deixá-lo mais simples. “Talvez o ideal fosse fazer um aplicativo, até porque, hoje em dia, poucas pessoas têm desktop. É melhor facilitar a vida do usuário comum para que ele consiga ter acesso aos cartões de ponto, férias e outros”, declarou.

Sandra Batista, conselheira do Conselho Federal de Contabilidade, lembra que os problemas com o eSocial para empregadores domésticos acabaram deixando uma “mancha” no programa, apesar de ser uma ideia positiva. “O eSocial é muito bom para unificar diversas informações de órgãos diferentes. Isso proporcionará redução de custos. Mas é preciso que as companhias se apressem para fazer a implementação”, afirmou. 

Fonte: Fenacon

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Empresas não estão preparadas para o novo eSocial, vigente a partir de 2018

Quase metade das empresas que passarão a enviar, a partir do eSocial, informações de folha de pagamento e encargos trabalhistas em tempo real ao governo a partir de 2018 ainda não se preparou para o novo sistema.

A Receita Federal estima que 14 mil companhias estarão sujeitas ao eSocial a partir de janeiro. As demais entram no sistema no segundo semestre de 2018.

Pesquisa da consultoria EY (antiga Ernst Young) com 386 companhias com faturamento superior a R$ 78 milhões ao ano -sujeitas à obrigação no começo do ano- aponta que 48% não têm nenhuma avaliação sobre quais as mudanças que terão de ser feitas para adotar o novo sistema.

O eSocial permitirá um aumento na capacidade de fiscalização de órgãos como Ministério do Trabalho e Previdência, além do fisco.

Deslizes comuns no cumprimento da legislação -como horas extras acima do limite de duas por dia e divisão de férias além do previsto em lei- e de procedimentos poderão ser monitorados sem fiscalização presencial.

Segundo Marcelo Godinho, sócio da EY, não será mais possível resolver questões trabalhistas com “jeitinho”. Empresas deverão ter mais planejamento e controle.

Se uma obra estiver atrasada, por exemplo, não será possível telefonar para trabalhadores para que venham no dia seguinte e formalizar a contratação depois, diz.

A empresa que não se adequar não conseguirá fazer suas declarações, perderá a certidão negativa de débitos (será considerada inadimplente com o governo) e estará sujeita a multas.

DADOS

O novo sistema, diz Valter Shimidu, sócio da KPMG,exigirá nome, CPF, PIS e endereço de cada funcionário. Se um dado estiver errado, as informações não são enviadas.

“Temos visto que 10% da base cadastral das empresas tem alguma inconsistência. Em uma empresa de 5.000 pessoas, 500 cadastros têm problema”, afirma.

Segundo a EY, 54% das empresas ainda não revisaram os cadastros de funcionários.

Companhias também terão de estar em dia com seus programas de saúde e segurança no trabalho e registrar com prontidão faltas e licenças médicas, afirma Helio Donin Júnior, diretor de educação e cultura da Fenacon (federação das empresas contábeis).

Para ele, a demora das empresas em se preparar para o novo eSocial decorre do atraso na entrada em funcionamento, que estava prevista, inicialmente, para 2014.

De acordo com Donin, apesar da dificuldade inicial, o eSocial deverá diminuir a burocracia, pois levará à eliminação gradual de outras declarações trabalhistas, como a Rais e o Caged.

O novo eSocial estará liberado para testes em agosto.

ACOMPANHAMENTO

Altemir Linhares de Melo, auditor-fiscal da Receita e assessor especial para o eSocial, afirma que o órgão acompanha a evolução do quadro, que se assemelha muito aos períodos que antecederam outras cinco etapas de implantação do Sistema Público de Escrituração Digital.

Ele afirma que a decisão de postergar o início do eSocial para janeiro de 2018 decorreu de apelos dos segmentos econômicos envolvidos.

O auditor ainda afirmou que não existe nenhuma hipótese de adiamento da entrada em funcionamento do eSocial no ano que vem.

fonte: folha de são paulo

Por que são importantes os conceitos de Governança de TI?

Governança de TI é um conjunto de práticas e padrões assumidos pela organização, com o objetivo de garantir controles efetivos e ampliar os processos de segurança e desempenho.

A Governança de TI estará cada vez mais em evidência, já que a TI é cada vez mais importante para o negócio das organizações.

Nosso papel, quando falamos em Governança de TI, é assegurar que todas as ações da área de TI de uma empresa estejam alinhadas com a estratégia e com o negócio em si.

Entendemos que este alinhamento, aliado a um trabalho de especialistas em TI, será o suporte ideal para acompanhar o crescimento da empresa.

A partir deste alinhamento, fazemos um diagnóstico completo e montamos o planejamento estratégico da tecnologia da informação da empresa, visando toda a estruturação e o plano de continuidade para garantir a plena satisfação das áreas usuárias.

Trabalhamos com as principais práticas e metodologias mundialmente consagradas no mercado, que garantem estas ações, são elas: ITIL e CobIT.

Dentre os principais benefícios alcançados através de práticas de Governança de TI, podemos citar:

      – TI estratégica e alinhada ao negócio
      – Alta disponibilidade
      – Agilidade no atendimento
      – Foco no core business
      – Equipe especialistas na área de TI
      – Redução de riscos
      – Redução de custos
      – Novas tecnologias

Se você se interessou pelo assunto, acompanhe as outras publicações que fazemos sobre tecnologia no nosso blog.

Vantagens que as empresas levam ao terceirizar a sua área de TI

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A terceirização, ou outsourcing, tem se apresentado como uma alternativa cada vez mais necessária para que as empresas consigam enxugar custos e melhorar processos, construindo parcerias com especialistas capazes de entregar melhores resultados a preços competitivos.

As pequenas e médias empresas precisam reduzir custos e ao mesmo tempo ser mais produtivas. A terceirização da área de TI é importante para que esse tipo de empresa possa usufruir de serviços mais personalizados, feitos por especialistas em TI a custos compatíveis.

Conheça as vantagens que as empresas levam ao terceirizar a sua área de TI:

1. Controle e redução de custos:

A redução de custos é o motivo mais comum para muitas empresas optarem pela terceirização. Mas cuidado: às vezes o barato sai caro.

É verdade que a terceirização pode cortar seus custos de capital, reduzindo pagamento de especialistas e a quantidade de equipamentos internos (tais como servidores, os custos de software, desktops, etc.) necessária para manter o seu sistema de informação em execução sem problemas ou sem a necessidade de implantação de novas soluções de TI.

Porém, esse pode ser o investimento a médio prazo que vai dar a estabilidade necessária para sua empresa crescer e entregar qualidade para seus clientes.

Por exemplo, pode custar caro conseguir os recursos necessários de tempo e dinheiro para encontrar, contratar e treinar toda uma equipe de TI.

2. Profissionais altamente especializados e sempre disponíveis

Terceirizar não significa perder a qualidade dos serviços obtidos, muito pelo contrário. Ao buscar um parceiro, sua empresa deve procurar por outras empresas que incentivem a constante atualização e certificação de seus profissionais, o que garantirá os melhores resultados.

Quando sua empresa contrata novos funcionários para o departamento de TI, deve-se levar em consideração que eles precisarão de férias. Com o outsourcing, isso não acontece: sempre haverá um profissional à sua disposição e preparado para a demanda apresentada.

3. Mais tempo para o negócio

Economizar tempo para se dedicar ao negócio é fundamental, principalmente para as empresas em crescimento. Ao deixar os serviços de TI por conta de um bom fornecedor, você tem mais tempo para planejar e executar a performance da sua empresa.

Afinal, a tecnologia tem que ser um meio de realizações e não uma preocupação. Seu foco total fica por conta do core business.

4. Retorno do investimento (ROI):

As ferramentas tecnológicas disponíveis oferecem soluções pontuais que efetivamente trazem resultados para a empresa, basta que o setor faça as escolhas certas, baseando as decisões em conhecimento especializado e no alinhamento entre TI e negócio. Para além disso, a terceirização do setor vai contribuir para que ele opere com foco e metas definidas, mais propício a gerar valor e mais voltado à participação nos propósitos da empresa.

 

 

Conheça os novos ransomwares Petya e Erebus, e saiba como eles se aproveitam das vulnerabilidades do Windows e Linux

Conheça os novos ransomwares Petya e Erebus, e saiba como eles se aproveitam das vulnerabilidades do Windows e Linux

Os hackers não estão de brincadeira!

Você já deve saber que estamos passando por uma nova onda de ataques Ransomware, dessa vez, conhecido pelo nome de Petya (2017). E este não foi o único ataque recente registrado pela Trend Micro, que aponta um novo ransomware para Linux chamado Erebus.

Não se sabe como o Erebus atacou os servidores de grandes empresas, mas a Trend Micro especula que o ransomware se aproveitou de algum exploit no kernel, no Apache ou no PHP, que estão desatualizados na Nayana: a versão do PHP é a 5.1.4, lançada em 2006. Uma falha no kernel do Linux, conhecida como Dirty Cow, permitia que um usuário comum obtivesse permissões de root e ficou sem correção entre 2007 e 2016.

Já foram relatados problemas em aeroportos e bancos da Europa e aqui no Brasil algumas instituições também já foram afetadas. Considerando que a forma de propagação deste tipo de ataque é muito rápida, precisamos nos prevenir mantendo os nossos antivírus atualizados com a última versão.

Detalhes sobre o ataque do Ransomware Erebus: 

O ransomware Erebus criptografa os dados do servidor e cria um arquivo chamado _DECRYPT_FILE.txt com as instruções de recuperação e um código de identificação da máquina sequestrada. Aparentemente, a variante do Erebus foi pensada para servidores web, já que afeta o diretório /var/www (onde normalmente são guardados os arquivos dos sites) e os arquivos ibdata, do banco de dados MySQL.

 

Detalhes sobre o ataque do Ransomware Petya: 

O ataque usa uma variante do Ransomware denominada “WannaCry” que criptografa os arquivos do computador e exige pagamento em bitcoin para liberá-los. Apesar de não conhecida a origem desta infecção, sabemos que esta ameaça utiliza uma vulnerabilidade de vários sistemas operacionais Microsoft Windows para propagar-se.

O malware Petya aproveita a brecha de segurança EternalBlue, presente em diversas versões do Windows. Ela foi descoberta por pesquisadores da NSA e vazada pelo grupo hacker conhecido como The Shadow Brokers.

A Microsoft já emitiu uma correção (MS17-010 – KB4012598) para essa vulnerabilidade no protocolo de transferência de dados SMB, até mesmo para o Windows XP, mas cabe às empresas instalar a atualização.

O dano mais grave está sendo relatado por empresas ucranianas, com sistemas comprometidos no banco central, no metrô e no aeroporto Boryspil de Kiev.

 

A Bitdefender identificou uma nova epidemia de ransomware que está se intensificando neste momento no leste da Europa. O ataque iniciou na Ucrânia e vem se espalhando.

Informações preliminares indicam que o malware responsável por esta infecção é muito semelhante à família de ransomware do GoldenEye.

A infecção vem ocorrendo através de um Worm que permite a infecção sem intervenção do usuário.

Ao contrário de outros ransomwares, a nova versão do GoldenEye tem dois níveis de criptografia: um que criptografa arquivos nos computadores das vítimas, e outro que criptografa estruturas NTFS. Assim ele consegue  impedir o recovery dos computadores através de CDS ou USB, eliminando a possibilidade de recuperar arquivos bem como amostras do ransomware.

Além disso, após a conclusão do processo de criptografia, o ransowmare tem uma rotina especializada para o forçar ao computador uma redefinição que o deixa inoperante até que um resgate de USD 300 por máquina seja pago.

O Bitdefender detecta e bloqueia todas as formas conhecidas desta nova variante do GoldenEye através de técnicas de machine Learning. Além disso novas vacinas serão inseridas nos próximos instantes.

Fonte: trendmicro.com