Quais são os principais riscos em tecnologia para empresas na atualidade?

Existem diferentes riscos aos quais as empresas estão expostas, cada um com um nível de impacto diferente
para o negócio. Mas, no geral, todos estão relacionados aos dados que uma empresa possui – nos dias de hoje, afinal, os dados são uma das coisas mais valiosas que uma empresa possui. A queda momentânea de um sistema, por exemplo, pode paralisar uma operação toda de um negócio por algumas horas. E isso é mais comum do que imaginamos.

Uma pesquisa da Cisco de 2018 sobre cibersegurança em pequenas e médias empresas revelou que 40% das empresas pesquisadas sofreram por oito ou mais horas seguidas com a queda de um sistema;

Oito horas pode até não parecer muito. Mas, imagine 2 situações distintas em um colégio ou em um escritório de advocacia, por exemplo:

Situação nº 1: Em um escritório de advogados, o acesso remoto aos arquivos de processos e casos dos clientes é normalmente feito por meio de acesso virtual. Se houver algum problema e este acesso for interrompido ou ficar indisponível por um período, prazos podem ser comprometidos ou até não serem atendidos.

Situação nº 2: O colégio tem tecnologias de ensino que são utilizadas pelo professor e também pelos próprios alunos
para o aprendizado durante as aulas. Oito horas sem sistema prejudica um dia inteiro de aula.

No mundo de hoje, oito horas podem ser suficientes para que muitas pessoas sejam prejudicadas.
Outro estudo sobre pequenas e médias empresas, da The National Archives & Records Administration in Washington, descobriu que 93% das empresas que sofreram uma perda de dados por 10 ou mais dias seguidos abriram pedido de falência em até 12 meses após o incidente e 43% das empresas sem nenhum backup de dados e plano de continuidade de negócio encerram seus negócios após uma perda grande de dados.

Além de problemas com sistemas, há outro risco ainda maior com relação aos dados: os ataques cibernéticos. Eles são muito mais comuns do que imaginamos e aqui trazemos alguns números para mostrar isso:

• Em 2018, 67% das pequenas e médias empresas sofreram algum tipo de ataque cibernético;

• 54% de todos os ataques cibernéticos resultam em danos financeiros de mais de US$ 500.000, incluindo perda de receita, clientes, oportunidades e custos imprevistos – e podendo não se limitar somente a isso;(3)

61% das empresas sofreram ataques de ransomware e 70% dos entrevistados dessas empresas relataram que o resgate foi pago.

Muitos são os alvos dos ataques virtuais: dados de clientes, dados de cartão de crédito de clientes, dados médicos, propostas, contratos, dados de acesso a sistemas, entre outros. De acordo com o estudo “2018 Data Breach Investigations.

Os dados apontados anteriormente evidenciam a urgência da busca por proteção digital dos negócios. No entanto, mesmo com a importância dos dados e todos os riscos, 58% das pequenas empresas nos EUA não estão preparadas para perda de dados.

Estudos inclusive apontam que, à medida em que os investimentos com detecção e contenção de incidentes digitais aumentam, como consequência, os custos com recuperação, investigação e gestão de incidentes caem, como pode ser visto no gráfico abaixo.

Um grande problema do despreparo das empresas com relação à perda de dados é a falta de pessoas especializadas, dinheiro e conhecimento sobre a proteção contra ataques cibernéticos.

Por se tratar de pequenos e médios negócios, muitas vezes é difícil a empresa ter um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção de TI.

Nesses casos, uma boa saída pode ser a contratação de um parceiro de TI que traga experiência e tecnologia de ponta para garantir a segurança da operação de um negócio e, assim, faça a diferença para a gestão estratégica e operacional. Para isso, você pode contar com empresas especialistas em TI, já que possuem profissionais especializados e com anos de experiência nas melhores estratégias e sistemas – inclusive na resolução de problemas em diversos negócios e situações.

Elas trazem as tecnologias e expertise de grandes empresas para pequenos e médios negócios com menores custos, garantindo a competitividade de tais empresas.

A importância de um parceiro de TI para seu negócio

Como aponta a pesquisa da Cisco, as médias empresas utilizam serviços de TI para resolver seus problemas de falta de recursos internos. Além de solucionar questões de recursos e trazer competitividade para as empresas, ter um parceiro de TI traz uma grande vantagem, que é centralizar todas as ferramentas e gestão da TI em um só lugar, o que facilita o cruzamento de informações entre  diferentes sistemas (já que os dados são concentrados em uma empresa, e não espalhados em diversos fornecedores) e aumenta a efetividade da segurança dos dados da empresa.

Essas empresas têm conhecimento em diversas áreas dos negócios, podendo fazer diagnósticos das vulnerabilidades e oportunidades de melhorias de um negócio de maneira holística, não focando em um só tipo de problema ou tecnologia.

Como a DISOFT pode fazer a diferença para seu negócio

A DISOFT, que atua no mercado de serviços de Tecnologia da Informação há mais de 30 anos, já realizou diagnóstico completo em empresas de diversos setores diferentes, fazendo uma análise completa não só dos riscos de todo o ambiente digital de uma empresa, mas também da situação dos equipamentos e dos riscos aos quais a empresa está exposta, além de traçar planos para a solução de todas as questões levantadas, de acordo com a urgência e o nível do risco para o negócio.

Tecnologia: ela é imprescindível para seu negócio?

Queremos compartilhar com vocês algumas reflexões sobre como a tecnologia pode tornar seu negócio mais competitivo,  principalmente no mundo hiperconectado que vivemos hoje.

Com o crescimento da internet e o aumento do número de pessoas com acesso a ela, temos criado um número absurdo de novos dados diariamente. Para se ter uma ideia, em 2017, 90% de todos os dados do mundo haviam sido criados somente nos dois anos anteriores. Esses dados vêm de diferentes origens como sites, plataformas de streaming, redes sociais e aplicativos. Um estudo anual da Domo, plataforma que reúne e integra todos os dados criados ou coletados por grandes empresas, mostra a quantidade de dados que são criados online a cada um minuto. Se tudo isso é produzido em 60 segundos, imagine em um ano!

Grande parte dos dados apresentados são criados pelas 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet
independentemente. No entanto, embora muitas vezes não nos damos conta da quantidade de dados que uma empresa pode criar ou coletar, elas também não ficam de fora dessa lógica — e, por conta disso, é importante ressaltar que os dados podem ser muito mais importantes para um negócio do que imaginamos.

Confira algumas das principais vantagens da tecnologia para seu negócio:

• Ao digitalizar ou automatizar processos, otimizamos o tempo gasto com tarefas diárias, o que aumenta a produtividade das pessoas e, consequentemente, gera melhores resultados;

• Ao cruzar dados de clientes com seus históricos de transações e faturamento, podemos identificar suas frequências de compra, preferências por tipos de produtos ou serviços para cada perfil ou identificar clientes mais ou menos rentáveis; Ao digitalizar os processos de gestão de fornecedores e faturamento, diminuímos os riscos de erros humanos e garantimos um melhor controle tanto das despesas como do próprio faturamento, identificando oportunidades de economia ou investimento;

• Ao criar uma base histórica de dados de vendas e resultados, conseguimos nos planejar melhor e desenhar estratégias de médio e longo prazo mais assertivas;

• A tecnologia, portanto, é essencial para qualquer negócio se manter competitivo. Mas, ao mesmo tempo em que temos acesso a mais informações valiosas para a gestão de uma empresa, também estamos mais expostos aos riscos que a tecnologia traz consigo.

Como a DISOFT pode fazer a diferença para seu negócio?

Ao traçar um plano de estratégia e operação de TI, a DISOFT busca entender e se conectar à cultura de uma empresa para que seja possível a implantação de uma cultura de segurança da Informação dentro do respectivo negócio.

Isso é crucial para o sucesso da implantação e os benefícios são visíveis desde os primeiros meses, tais como:

Melhoria da reputação da empresa, a partir da gestão da confiança com o mercado e seus clientes;

• Redução de custos e perda financeira, com o controle de riscos de negócio;

• Ganho de produtividade, com a disponibilidade constante dos sistemas;

• Evolução da Maturidade de TI, com o desenho e implementação de um plano de evolução contínua da Segurança da Informação;

• Redução de vulnerabilidades e riscos do ambiente;

• Redução de uma média de 70% dos incidentes relacionados à tecnologia da informação.

Seja criando um departamento interno de TI ou contratando serviços de empresas parceiras de gestão e operação de TI, a implantação de uma gestão de segurança da informação é essencial para a manutenção e longevidade de qualquer negócio.

Quais as principais vantagens de ter um parceiro de TI para seu negócio?

Toda empresa precisa ter uma área de tecnologia atualizada e comprometida para evitar problemas relacionados à segurança de dados e máquinas, assim como não ter nenhum tipo de perda de performance em função de manutenção de máquinas, instabilidades em servidores, entre tantos outros motivos que podem impactar seu negócio.

Pensando nisso, a Disoft ranqueou as 4 principais vantagens de ter um parceiro de tecnologia para suportar da melhor forma possível os processos do seu negócio:

PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS

Parceiros de TI possuem profissionais muito especializados, com anos de experiência aprendendo a solucionar desafios de diferentes maneiras, em diferentes setores e em empresas de diferentes tamanhos. Ao contratar
profissionais mais capacitados no assunto, você também está contratando a ampla experiência deles – e, consequentemente, garantindo que problemas sejam antecipados ou resolvidos com muito mais agilidade.

ACESSO À TECNOLOGIA DE PONTA

Muitas pequenas e médias empresas não têm a disponibilidade de investimento para usufruir das tecnologias mais avançadas e manter equipes alocadas de suporte, como as grandes empresas do mercado. A terceirização dos serviços de TI pode ajudar essas pequenas empresas a agir e competir de forma “grande”, obtendo acesso à tecnologia similar e à expertise que as maiores empresas desfrutam.

DIRECIONADO À SUA NECESSIDADE

Algumas empresas de serviço de TI realizam diagnósticos dos processos da sua empresa, dando visibilidade aos pontos críticos e destacando oportunidades que a tecnologia pode endereçar, podendo ainda criar pacotes e soluções personalizadas para as suas necessidades.

FOCO NO NEGÓCIO

Contratando serviços de TI, você tem a garantia de profissionais especializados cuidando da implementação e manutenção das soluções,e pode focar o seu tempo onde realmente importa: no seu negócio. Além disso, muitas soluções tecnológicas darão a você mais informações para tomar decisões relacionadas ao negócio.

CONHEÇA A DISOFT

PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS

Em uma empresa progressista a Gestão Participativa entre pessoas, que compartilham Valores comuns, permite a construção desta Integridade necessária para as relações comerciais atualmente.

A DISOFT tem uma estrutura horizontalizada de liderança que inclui uma gestão participativa e colaborativa da equipe nos processos decisórios. Como consequência, estivemos na lista das melhores empresas para se trabalhar por 09 anos consecutivos, através do Prêmio GPTW International.

Os 4 maiores benefícios que a tecnologia pode oferecer ao seu negócio!

Nas últimas décadas, vimos grandes avanços nas tecnologias, o que trouxe mudanças de comportamento tanto no consumo de informações, produtos e serviços por parte das pessoas, como nos modos de trabalho das empresas. A tecnologia possibilitou maior acesso informações e serviços e quebrou barreiras, fazendo com que surgissem novas empresas concorrentes nos mais diversos mercados.

Hoje, empresas com décadas de existência têm sentido a urgência da modernização para se manterem competitivas em meio a tantas opções. É aí que a tecnologia entra em jogo, abrindo novas possibilidades
de organização, crescimento e diversificação de negócios.

A transformação digital(1), que consiste na transformação de negócios por meio da digitalização de processos e atividades, tem o potencial de trazer ganhos exponenciais para empresas, e é um assunto que tem gerado muito interesse e atenção nos últimos anos.

No entanto, as muitas possibilidades e soluções tecnológicas trazem consigo alguns riscos. O novo pode ser ao mesmo tempo instigante e amedrontador, mas ter clareza dos benefícios que a tecnologia pode trazer para o seu negócio já torna tudo mais simples. É importante que a mudança que está por vir ocorra de forma planejada e consciente – principalmente para que não gere nenhuma frustração.

(1): Definição da Gartner Inc., sobre “Digital Business Transformation”.

 

CONFIRA!

1. REDUÇÃO DE CUSTOS OPERACIONAIS:

Algumas reflexões sobre os benefícios que a tecnologia pode trazer ao seu negócio
e também dicas de como fazer a sua implementação da melhor maneira.

A automatização de processos operacionais e manuais – como contabilidade e folha de pagamento – pode diminuir
muito tanto os custos com pessoas como os erros humanos, salvando tempo para a tomada de decisões estratégicas.

2. DECISÕES + RÁPIDAS E ASSERTIVAS:

Além de facilitar o acesso e compartilhamento de dados, a digitalização das informações de uma empresa
(sejam elas 1. Informações de funcionários e clientes, 2. E-mails internos, 3. Documentos e dados financeiros,
4. Pedidos de vendas, 5. Histórico de transações) cria uma base histórica de informações, tornando-se uma fonte
muito valiosa para decisões mais assertivas e embasadas – o que, consequentemente, diminui riscos.

3. MAIOR PRODUTIVIDADE

Pense no tempo gasto dentro das empresas com burocracias ou tarefas manuais que não são centrais ao negócio. Existem tecnologias bem desenvolvidas que podem reduzir demais o tempo gasto com todas as tarefas acima,
deixando mais tempo livre para atividades que trazem resultados diretos para o negócio.

4. MELHORIA NA COMUNICAÇÃO (E FEEDBACK) DENTRO E FORA DA EMPRESA:

Se utilizadas da maneira correta para o negócio em questão, diversas plataformas (corporativas ou de redes sociais)
permitem encurtar o tempo e a distância entre as pessoas. E isso para a comunicação tanto interna como externa, facilitando tomadas de decisões, colaboração entre diferentes departamentos e parceiros estratégicos e compartilhamento de informações de um lado, ou possibilitando correção de erros ou melhoria nos serviços.

POR ONDE COMEÇAR?

A tecnologia pode trazer grandes resultados e transformações para o seu negócio, mas nem sempre
é fácil saber por onde começar. Caso a sua empresa não tenha um departamento de Tecnologia,
um caminho seguro é contratar empresas que prestem serviços de TI.

CONHEÇA A DISOFT

PESSOAS COMPROMETIDAS COM PESSOAS

Em uma empresa progressista a Gestão Participativa entre pessoas, que compartilham Valores comuns, permite a construção desta Integridade necessária para as relações comerciais atualmente.

A DISOFT tem uma estrutura horizontalizada de liderança que inclui uma gestão participativa e colaborativa da equipe nos processos decisórios. Como consequência, estivemos na lista das melhores empresas para se trabalhar por 09 anos consecutivos, através do Prêmio GPTW International.

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5 dicas de Gestão Estratégica de TI para sua empresa

É muito comum em uma empresa que os técnicos de TI sejam apenas lembrados como “ a pessoa que arruma os computadores”, quando o computador apresenta algum tipo de problema, seja no sistema interno ao dar erro em login de algum colaborador ou no e-mail corporativo por exemplo, seja na conexão com a internet ou no bloqueio ao acesso de um site. Porém quando isso acontece a tecnologia da informação é colocada em segundo plano quando deveria na verdade, ter um papel essencial para funcionamento da empresa, já que hoje praticamente tudo depende de uma área de tecnologia ativa integrada a uma visão estratégica.

Por isso atualmente cada vez mais é necessário que os líderes e gestores tenham uma visão integrada e estratégica da área de TI da sua empresa.

 

 Veja 5 dicas para que os investimentos em TI sejam melhores direcionados.

 

1- Plano Diretor de TI

É importante que haja um mapeamento e a documentação dos processos e da sua estrutura de TI para suportar o seu negócio e que analise o retorno de investimento da sua área de tecnologia. Dessa forma, é possível ter uma previsão futura das melhores ações, sendo possível fazer um planejamento, por exemplo, ao investir em um servidor novo, sem que surja um gasto inesperado e que não estava previsto no orçamento.

 

2- Planejamento Estratégico de Projetos

Ao invés de listar todos os projetos a serem realizados, é necessário separá-los utilizando uma metodologia de priorização, ou seja, colocando pesos em cada um deles. Isso porque cada projeto precisa ter um critério diferente para uma tomada de decisão que pode variar de acordo com o objetivo, a relevância e urgência deles. Tendo isso organizado, você poderá visualizar qual o projeto que lhe dará melhor retorno de investimento a curto, médio ou longo prazo.

 

3- Análise de Vulnerabilidade de Risco do seu ambiente

A segurança de seus dados e sistema é algo sempre recorrente quando o assunto é tecnologia, já que o número de vírus é cada vez crescente e, em muitas empresas, é comum que os funcionários utilizem equipamentos pessoais, conectando-os a sua rede. Tudo isso deixa o sistema com maior a vulnerabilidade a ataques cibernéticos e roubo de informações, portanto, é muito importante estar atento aos riscos e investir na proteção e seguridade dos seus aparelhos.

 

4- Gestão de Ativos e Monitoramento do Ambiente

É fundamental que se faça um registro das suas demandas e um catálogo de serviços orientado às necessidades do seu negócio, para que se possa ter uma noção mais clara dos seus investimentos, do seu tempo para desenvolver os projetos desejados. Além disso, é possível ver onde estão seus problemas e resolvê-los. Assim, seria determinante que a equipe analise mensalmente indicadores para avaliar como está a sua área tecnológica.

 

5- Sistemas de Chamado adequados

Conhecido como IT Compliance, é a estrutura de atendimento da empresa precisa estar alinhada à identidade do negócio. Nesse ponto, é necessário se adequar em termos de equipamento, treinamento ou capacitação interna do usuário para melhor comunicação entre a equipe e os profissionais da tecnologia da informação. Isso dará a você a possibilidade de sair da incerteza e analisar os indicadores com mais convicção, agilizando seus projetos.

 

Se você gostou desse artigo e quer saber mais sobre Gestão Estratégica de TI, clique aqui  para ver outros artigos.

 

 

Sistema de folha de pagamento preparado para o e-Social

Conheça o nosso sistema de folha de pagamento, ele está preparado para o e-social e para você focar no que realmente importa ao seu negócio.

Descubra como ficar em dia com a Lei de Proteção de Dados Pessoais

A Lei de Proteção de Dados Pessoais, LGPD, sancionada em agosto de 2018 regulamenta o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais dos brasileiros. Em resumo, define como os seus dados podem ser coletados por empresas e pelo governo e como eles podem ser utilizados.

Com a LGPD em vigor, empresas e o governo precisam de autorização para o uso de quaisquer dados coletados, mesmo com a condição de prestação de serviço.

Primordialmente, a Lei de Proteção de Dados Pessoais visa proporcionar mais segurança jurídica para os cidadãos, bem como orientar empresas que atuam com a coleta e processamento de dados.

Prazo

Mediante a aprovação da LGPD, as empresas têm até 18 meses para se adequarem. Ou seja, os negócios que atuam com processamento e armazenamento de informações pessoais e dados sensíveis precisam intensificar suas políticas de proteção de dados, além de tomar medidas que sejam decisivas para que seja obtida a conformidade necessária.

Em casos de desrespeito das leis, as empresas podem ser penalizadas de acordo com a natureza, gravidade, duração da infração, número de titulares de dados afetados, nível de dados, entre outros fatores.

As penalizações podem ser de até R$50.000.000,00 ou de até 2% do faturamento total de negócios mundiais do exercício do ano anterior. Vale o valor que for mais elevado.

Colocando em prática

Há dois pilares fundamentais para as empresas que buscam a conformidade com a LGPD. O primeiro passo é a conscientização sobre as obrigações legais e como a lei se aplica no dia a dia de sua rotina.
Por fim, você deve colocar tudo em prática com uma execução disciplinada e contínua, para que bons resultados sejam alcançados e sua empresa fique em conformidade com a Lei de Proteção de Dados Pessoais.

Contar com auxílio profissional será uma forma de atender a lei de forma rápida e eficaz, economizando seu tempo e investimentos. A Disoft prontifica-se para atender suas necessidades.

Disoft

São mais de trinta anos de experiência com soluções inovadoras, gerando resultados positivos aos clientes. Preencha um formulário no portal e solicite seu atendimento.

O prazo para estar em conformidade com a Lei de Proteção de Dados Pessoais está previsto para fevereiro de 2020, porém, o quanto antes seu negócio estiver regularizado, menos dor de cabeça terá. Entre em contato com a Disoft e resolva sua situação com profissionais qualificados para o atendimento.

Saiba o que é IOBVD, a nova arma dos gestores de TI, Infraestrutura e Operações

Saiba o que é IOBVD, e como usar essa arma a favor dos resultados do negócios.

O Gartner, líder global no fornecimento de pesquisas e análises na área de tecnologia, publicou um relatório sobre ferramentas que se voltam a quantificar a contribuição das áreas de TI e I&O (Infraestrutura e Operações) para o desempenho do negócio e, nele, trouxe um novo termo: o IOBVD (Infrastructure and Operations Business Value Dashboards).

Um dos grandes desafios, em especial dos líderes de I&O (infraestrutura e operações) e TI, é demonstrar o valor que estas áreas geram para o negócio. Historicamente, essa é uma dificuldade para tais líderes que, em geral, reportam-se para executivos da área financeira, especialmente CFOs (Chief Financial Officers) ou outros executivos de negócios, todos habituados a lidar com números e dados financeiros.

Baseado nos BVDs (Business Value Dashboards), um conceito que também é relativamente novo, os IOBVDs são painéis de controle focados em demonstrar como os recursos de TI, em conjunto com Infraestrutura e Operações, acabam impactando o resultado financeiro das companhias.

Demonstrar impactos de negócio é uma das métricas mais desejadas e perseguidas pela maior parte – senão todos – os gestores, executivos e C-Levels do século 21, que tradicionalmente, possuem ferramentas à disposição mais focadas em métricas operacionais (como disponibilidade da rede e tempo médio de resposta a uma falha) do que em métricas financeiras, e acabam não tendo tal visibilidade.

Essa dificuldade de fornecimento de dados mais estratégicos faz com que, em muitos casos, a alta gestão enxergue as áreas de TI e operações como centros de custos apenas. Esta é uma percepção equivocada que os IOBVDs se propõem a endereçar.

A grande diferença entre os IOBVDs e os sistemas tradicionais de suporte aos profissionais de TI e I&O, é que, enquanto as ferramentas tradicionais disponibilizam aos gestores gráficos com o tempo de disponibilidade de um sistema, por exemplo, um IOBVD é capaz de cruzar esta informação com os números de vendas e apresentar KPIs que digam respeito ao impacto da indisponibilidade de sistemas no faturamento da empresa.

Sendo assim, ao incorporar indicadores das áreas de TI, Infraestrutura e Operações, com métricas financeiras, os IOBVDs permitem que os gestores tenham uma ampla e exata visão da contribuição dessas áreas para o negócio. Desta forma, líderes de TI e operações podem participar das decisões de investimentos nas mais variadas frentes, que vão desde pessoas até processos e tecnologias, assumindo um novo papel nas decisões táticas e estratégicas da companhia.

Pesquisas apontam que, até 2020, 50% das empresas que têm seus negócios baseados em infraestruturas irão adotar Business Value Dashboards. Se você é gestor de infraestrutura, operações ou TI, e sua empresa tem esse perfil, fique atento a esta tendência. Provavelmente, em breve, você também será um usuário do IOBVD.

Fonte: computerworld

Apenas 4,4% das empresas se adaptaram ao eSocial e o consideram complexo

A pesquisa da Fenacon mostra que 30% ainda estão na fase inicial de implantação

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O eSocial já é realidade para empregadores domésticos. A partir de 2018, a obrigatoriedade vai se estender para as empresas, que vão precisar informar dados dos trabalhadores mensalmente pelo sistema. Segundo especialistas, a plataforma digital vai facilitar a fiscalização das regras previdenciárias, trabalhistas e tributárias, reduzindo irregularidades. Mas não há sinal de comemoração. O programa ainda está em fase de testes e sofre resistência para a implementação no ambiente corporativo. Até janeiro do ano que vem, pelo menos 14 mil companhias devem estar prontas para o novo sistema. Mas só duas mil estão fazendo testes, segundo a própria Receita Federal.

Por enquanto, apenas 4,4% das companhias do país implementaram o eSocial e 42% nem sequer começaram o processo, segundo levantamento da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon). A expectativa dos administradores é de que o sistema não dê tantos problemas como ocorreu na implementação da plataforma para os empregadores domésticos. O eSocial foi duramente criticado diante das instabilidades e dificuldade de operacionalização.

Especialistas afirmam que, diante do histórico desfavorável, as empresas devem ficar atentas. A fase de testes serve para que as companhias se familiarizem com a plataforma e apontem os principais problemas. O sistema será implantado em duas etapas: a partir de 1º de janeiro de 2018, será exigido para empregadores e contribuintes com faturamento superior a R$ 78 milhões. No dia 1º de julho, a obrigatoriedade será estendida às demais empresas. O eSocial promete reduzir os custos e tempo da área contábil das empresas para executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Todos os dados deverão ser enviados pelo sistema.

“O eSocial é uma ferramenta revolucionária. Não existe nada parecido no mundo hoje, em termos de tecnologia. É algo totalmente inovador, porque nós estamos juntando toda a legislação tributária, previdenciária e trabalhista numa única escrituração. É uma única transmissão que é feita que vai congregar a 15 obrigações que a empresa tem hoje”, enalteceu Altemir Linhares, auditor-fiscal e assessor especial da Receita para o eSocial.

Competitividade

Segundo Linhares, a expectativa é que a plataforma proporcione não só redução de custos das empresas, mas também aumento da competitividade. “Melhorar o ambiente de negócios é o grande objetivo”, destacou Linhares. No início, o eSocial gera um custo de implementação, mas há a promessa de que, a médio e a longo prazos, os ganhos para as companhias sejam substancialmente maiores, porque o trabalho para gerenciar as informações diminui. Os patrões poderão diminuir os trabalhos com papéis e número de funcionários em funções organizacionais.

Apesar das vantagens, as empresas não parecem estar animadas com a plataforma. A pesquisa da Fenacon mostra que, das 1.332 empresas da pesquisa, 30% ainda estão na fase inicial de implantação. Ou seja, mais de 70%  não têm  noção do que vão enfrentar.

Hélio Donin Júnior, diretor de Educação e Cultura da Fenacon, disse que o número preocupante da baixa implementação está ligado ao histórico de dificuldades do eSocial. O prazo para as empresas se prepararem para o programa foi prorrogado algumas vezes, o que gerou, na visão dele, certo descrédito. “Existia novamente expectativa de que o período de preparação seria estendido. Agora perceberam que isso não ocorrerá. A fase de testes já começou e, agora, as empresas terão que correr um pouco”, disse. A previsão inicial era de que o funcionamento fosse em janeiro de 2014 para todo mundo.

Segundo Linhares, da Receita, as dificuldades enfrentadas por usuários do eSocial repetem o quadro que o país teve com a implementação de outras escriturações. “Em todas, a gente percebe dificuldade. Estamos monitorando a evolução. Acreditamos que será tranquilo. A parte do governo, da administração pública, vai estar pronta com certeza”, destacou Linhares.

Mas Donin Júnior espera problemas com o programa. “É provável que a plataforma dê algum transtorno ou outro, mas estão mexendo no sistema. Está na fase de testes e, por isso, as empresas precisam se preparar logo para arrumar qualquer defeito que comprometa o serviço”, afirmou.

Ao novo layout do eSocial já foram incorporadas todas as alterações provocadas pela reforma trabalhista. Ele estará à disposição das empresas para testes no início de novembro. Danilo Mey Carvalho, gerente tributário da Consulcamp, afirmou que faltam ajustes sistêmicos. Segundo ele, a plataforma é complexa e deve trazer dificuldades no início da implantação.

“Num primeiro momento, há aquele susto, mas as empresas começam a se adaptar. A tendência é ter facilidade na geração de informações e menor possibilidade de perda de dados. Mas o que deixa as empresas alarmadas é a falta de um sistema interno apto para gerar informações necessárias”, afirma Carvalho. Segundo ele, o processo para adaptação pode demorar anos, já que o governo deve fazer atualizações.

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Sem ter a quem recorrer

Segundo especialistas, apesar de as plataformas para pessoa jurídica e para pessoa física do eSocial serem diferentes, o ambiente de troca de informações é o mesmo. As empresas terão um programa com uma estrutura de comunicação mais completa e detalhada, mas os problemas que ocorreram no início da implementação do eSocial para empregadores domésticos tendem a se repetir.

Ainda hoje há quem reclame da plataforma. A administradora Heloisa Falkenbach, 54 anos, demitiu a funcionária que trabalhava na sua casa. Ela tentou durante dois meses fazer uma simulação de quanto iria gastar com o desligamento, mas o sistema apresentava erro. “Eu tentei corrigir o problema de tudo quanto é jeito, com o Ministério da Fazenda, Ministério do Trabalho e INSS. Ninguém conseguia resolver o meu problema”, afirmou. Ela só pôde terminar o processo quando fez a reclamação na ouvidoria da Receita Federal.

A maior queixa é da falta de um atendimento ágil para resolver dificuldades dos usuários. “Ocorreu um problema técnico no meu sistema. Só que, como vários órgãos são responsáveis pelo eSocial, a pessoa que utiliza a plataforma não sabe como e com quem resolver. Jogam você de um para o outro. Fiquei dois meses em aberto com o eSocial”, reclamou Heloisa.

O advogado Marcos Antonio Assumpção Cabello, 51 anos, também “quebrou a cabeça” com o programa. Era o último dia do mês quando foi gerar a guia para fazer os pagamentos, mas o sistema ficou inoperante por mais de uma hora. “O eSocial não é um sistema maleável. É muito preso às datas. Não é possível programar férias para um dia específico futuro, por exemplo. Tem que realizar o procedimento só no dia”, reclamou.

Cabello reclamou também que a plataforma é complexa para pessoas que não têm costume com ferramentas eletrônicas. Segundo ele, é necessário que o sistema seja aprimorado para deixá-lo mais simples. “Talvez o ideal fosse fazer um aplicativo, até porque, hoje em dia, poucas pessoas têm desktop. É melhor facilitar a vida do usuário comum para que ele consiga ter acesso aos cartões de ponto, férias e outros”, declarou.

Sandra Batista, conselheira do Conselho Federal de Contabilidade, lembra que os problemas com o eSocial para empregadores domésticos acabaram deixando uma “mancha” no programa, apesar de ser uma ideia positiva. “O eSocial é muito bom para unificar diversas informações de órgãos diferentes. Isso proporcionará redução de custos. Mas é preciso que as companhias se apressem para fazer a implementação”, afirmou. 

Fonte: Fenacon

eSocial, saiba tudo sobre as mudanças no RH das empresas

eSocial e as mudanças no RH das empresas

eSocial: A importância de ações estratégicas para que todos tenham o compromisso de manterem seus dados atualizados.

A aproximação do prazo para implantação do eSocial vem mexendo com as cabeças dos administradores, profissionais de contabilidade e de departamento pessoal para aprimoramento de conhecimentos técnicos e atenção em informações de cadastros, tabelas e parâmetros que atendam a exigência do Fisco. Leia mais